GLENDA MÁXIMO

GLENDA MÁXIMO

A Associação de Bibliotecários e Profissionais da Ciência da Informação do Distrito Federal- ABDF abre seleção para professores do Curso de Técnico de Nível Médio em Biblioteconomia.

O edital exige que os profissionais que irão se canditatar tenha as seguintes específicações:

  1. Bibliotecário(a) com diploma de bacharel em Biblioteconomia e registro ativo e regular no Conselho Regional de Biblioteconomia da 1ª Região (CRB-1) para unidades curriculares específicas da área de Biblioteconomia, especificadas no ANEXO B desse edital;
  2. Profissionais que atendam às exigências e disposições desse edital para as unidades curriculares não específicas da área de Biblioteconomia, especificadas no ANEXO B desse edital;
  3. Bibliotecários(as) poderão se candidatar a ministrar unidades curriculares que não são da área específica da Biblioteconomia, desde que comprovem experiência e domínio do assunto.

As incrições serão permitidas até 30/07/2021 - Não serão aceitas inscrições fora do prazo.

No e-mail deve constar o currículo e a manifestação (por escrito) da unidade curricular a qual se candidata a ministrar.

Para maiores informações, basta acessar o EDITAL abaixo:

Aprova o Regulamento do Grupo de Informação de Documentação Jurídicas do Distrito Federal (GIDJ-DF).

Resolução n. 1, de 21 de Junho de 2021

 

A reunião desse mês será realizada via Google Meet. 
Link da Reunião de hoje (28/07/2021 às 17:30min): https://meet.google.com/aqn-pgzq-jjy.

Cada novo integrante ganhará o livro do mês!

A Leitura desse mês é A segunda vida de Missy de Beth Morrey. Segue abaixo um breve resumo do que se trata a obra!

O mundo ao redor de Millicent Carmichael, também conhecida como Missy, de 79 anos, está diferente. Embora se apresse em dizer que considerava seu papel de dona de casa e mãe pouco satisfatório, a verdade é que Missy levou uma vida agitada cuidando de dois filhos e de um marido respeitado no mundo acadêmico. Agora que ele não está mais ao seu lado, que ela brigou com a filha e o filho se mudou para a Austrália, levando consigo seu amado neto, Missy passa os dias bebendo xerez, evitando as pessoas e vagando pela casa enorme e mal decorada esperando... o que exatamente?

A última coisa que Missy imagina é que um grupo de estranhos e uma cadela espirituosa chamada Bob vão entrar na sua vida, quebrando sua casca e mostrando quanto amor ela ainda tem para dar. Em pouco tempo, rodeada por uma comunidade alegre e diversa que encarna as várias formas de amar, Missy encontra uma nova razão para viver.

Um retrato emocionante e reflexivo sobre a vida adulta e o envelhecimento, A segunda vida de Missy é uma celebração de como os dias comuns podem ser extraordinários quando estamos cercados de pessoas queridas e do poder de perdoar a si mesmo, em qualquer idade.

BETH MORREY

Beth Morrey

Beth Morrey teve a inspiração para escrever A segunda vida de Missy durante a licença- maternidade, enquanto passeava com o filho no parque próximo a sua casa. Após conhecer a comunidade de donos de cachorros, corredores, vizinhos e famílias que frequentavam o local, ela começou a desenvolver a história de uma mulher que era salva pelas pessoas a seu redor, estranhos que se tornavam amigos. Ex-diretora de criação da RDF Television, hoje Beth escreve em tempo integral. Já teve obras publicadas na The May Anthology of Oxford and Cambridge Poetry e foi finalista da competição Grazia-Orange First Chapter. Beth mora em Londres com o marido, seus dois filhos e uma cadela chamada Polly.


FONTE: A segunda vida de Missy - Beth Morrey - Intrínseca (intrinseca.com.br)

A informação é um direito humano! Na história do Brasil houve grupos alijados pelos processos coloniais hegemônicos que retiraram o direito à representatividade histórica, cultural, social e informacional de povos negros e indígenas, os quais sofreram com os horrores da escravidão e genocídio. No Brasil que hoje moramos, as populações negras e indígenas seguem em lugares de subordinação, dominação, controle e exploração em prol do grupo de elite dominante.

A construção identitária positivada e os direitos previstos pela Constituição brasileira foram pautas de luta e reivindicações do movimento negro brasileiro, especialmente a partir do início do século XIX e XX, quando se deu a construção da Frente Negra Brasileira, Movimento Negro Unificado, Teatro Experimental do Negro, dentre outros marcos históricos da população negra e população brasileira. Tais marcos foram demarcados por debates sobre a centralidade da raça nas relações sociais e o racismo enquanto construto social que influencia e acaba por determinar as oportunidades fornecidas, os direitos obtidos e os acessos concedidos para que essas populações que sofreram e sofrem com os resquícios da escravidão e da colonialidade em suas esferas do ser, saber e poder. Esses elementos são impeditivos para a construção de uma sociedade justa para todas as pessoas e que se pressupõe ser antirracista, antissexista, antiLGBTQfóbica e democrática de direito.

Um dos pontos em que o campo da Biblioteconomia e áreas correlatas se direcionam é a justiça informacional pelo acesso à informação. Tal acesso é fomentado e proporcionado em bibliotecas e unidades de informação, assim como por instituições e organizações públicas. Dentro dessa esfera, encontra-se a Fundação Cultural Palmares, criada em 1988, com direcionamento para a “promoção e preservação dos valores culturais, históricos, sociais e econômicos decorrentes da influência negra na formação da sociedade brasileira” (FUNDAÇÃO…, 2021, s.p.). Esta Fundação possui como princípio o comprometimento para o combate ao racismo, à valorização, organização, preservação e disseminação das culturas e histórias negras, assim como o reconhecimento da contribuição da população negra na construção do povo brasileiro.

Nesse sentido, enquanto pessoas bibliotecárias e profissionais da informação, nos causa extrema tristeza ao constatar a censura praticada no acervo da instituição. Acervo sedimentado por anos de construção participativa e democrática das gestões que antecederam a atual e, cujo valor pelo direito à informação permitiu a construção de um acervo que prioriza não só a diversidade epistêmica que compõe o pensamento negro, seus atores e colaboradores da luta antirracista. Importante dizer que a construção epistemológica da população negra está sedimentada em vertentes marxistas, haja vista autores(as) intelectuais negros(as) como Nilma Lino Gomes, Abdias do Nascimento, Lélia González, Milton Santos, W. E. B. Du Bois, Cedric Robinson e tantos outros que, com suas obras seminais, serviram e servem de inspiração para a insubmissão epistêmica, profissional e ativista da população negra nas mais diversas esferas.

Retirar quaisquer materiais e recursos informacionais que se coloque contra a posição ideológica de governos e/ou gestores sem utilizar metodologias científicas, planejamento de construção e desenvolvimento de acervos e coleções, assim como desconsiderar o papel da profissão bibliotecária para que se realize essa atividade é, no mínimo, agir com censura. Algo que nosso Código de Ética Bibliotecária e nossa profissão repudiam veementemente.

Dessa forma nós da FEBAB, que integra 17 Associações de Bibliotecários, 08 Grupos de Trabalho e 05  Comissões Brasileiras, nos aliamos a outras entidades profissionais e coletivos para pedir que se reverta imediatamente quaisquer ações no tocante ao desbaste dessas coleções pois se configura em grave ameaça ao patrimônio cultural nacional.

Os acervos das instituições são públicos e devem ser preservados e mantidos pelas entidades. Nunca permitiremos que acervos e coleções formados ao longo da história e criados com recursos públicos sejam eliminados.

Esperamos que a Fundação reverta suas ações, bem como conclamamos o Departamento do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo (DLLLB) e Fundação Biblioteca Nacional para que possam interceder pela salvaguarda desse precioso acervo.

Elaborado pelo Grupo de Trabalho de Relações Étnico-Raciais e Decolonialidades e Diretoria Executiva da FEBAB.

Assinam este documento:

  • Associação Alagoana dos Profissionais em Biblioteconomia
  • Associação de Bibliotecários e Documentalistas do Estado da Bahia
  • Associação dos Bibliotecários do Ceará
  • Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal
  • Associação de Bibliotecários do Espírito Santo
  • Associação dos Bibliotecários de Goiás
  • Associação Profissional de Bibliotecários do Mato Grosso do Sul
  • Associação dos Bibliotecários de Minas Gerais
  • Associação Paraense de Bibliotecários
  • Associação Profissional de Bibliotecários da Paraíba
  • Associação Profissional de Bibliotecários de Pernambuco
  • Associação de Bibliotecários do Estado de Piauí
  • Rede de Bibliotecas e Centros de Informação em Arte no Estado do Rio de Janeiro
  • Associação Profissional de Bibliotecários do Rio Grande do Norte
  • Associação Rio-Grandense de Bibliotecários
  • Associação Catarinense de Bibliotecários
  • Associação Profissional dos Bibliotecários e Documentalistas de Sergipe
  • Comissão Brasileira de Bibliotecas Prisionais
  • Comissão Brasileira de Bibliotecas Escolares
  • Comissão Brasileira de Direitos Autorais e Acesso Aberto
  • Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias
  • Comissão Brasileira de Bibliotecas das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica
  • Grupo de Trabalho em Bibliotecas Públicas
  • Grupo de Trabalho Acessibilidade em Bibliotecas
  • Grupo de Trabalho em Catalogação
  • Grupo de Trabalho Bibliotecas pela Diversidade e Enfoque de Gênero
  • Grupo de Trabalho de Bibliotecas Parlamentares
  • Grupo de Trabalho Serviços de Bibliotecas para Pessoas em Vulnerabilidade
  • Grupo de Trabalho Competência em Informação

FONTE: Em defesa do acervo bibliográfico da Fundação Palmares - FEBAB - Bibliotecas por um mundo melhor!

A ABDF está com a FEBAB em defesa do acervo bibliográfico da Fundação Palmares.

RESUMO: No início do século XX, o elegante Edifício Yacubian era habitado por ministros de Estado e estrangeiros. Ao longo dos anos, as reviravoltas políticas transformaram o edifício e o centro do Cairo num cenário decadente. Então vieram os novos habitantes: provindos das classes mais baixas da população, ocuparam o teto do prédio antes destinado ao armazenamento de quinquilharias. E foi aí que começou a confusão. Passadas durante a Guerra do Golfo, as histórias deste livro - como as do velho aristocrata Zaki Bek, saudoso do Cairo europeizado, e do jovem Taha, o filho de porteiro que sonha entrar para a polícia - traduzem os dilemas de um país que, após décadas de submissão ao Ocidente, tornou a orientalizar-se. Intercalando essas tramas como numa telenovela, Alaa Al Aswany constrói personagens carismáticos que protagonizam os principais dramas da sociedade egípcia contemporânea: da opressão sexual de mulheres e homossexuais à repressão financeira da ditadura; da corrupção política ao recrudescimento do fundamentalismo religioso. "No controlado mundo editorial egípcio, em que xeiques patrulham livrarias atrás de material 'indesejável', a franqueza com que Al Aswany trata de todos os assuntos [...] é sensacional." - The Guardian

A próxima reunião do GIDJ-DF será no dia 31 de maio de 2021, às 17h30.

A palestra que ocorrerá durante a reunião será aberta para os associados da ABDF.

Para aqueles que desejarem tornar-se membros, basta acessar o site do GIDJ-DF e verificar as informações:

https://abdf.org.br/gidj/seja-membro-2

Terça, 18 Maio 2021 20:01

Apoio: Rifa da ABG

A ABDF está apoiando a @abg.goias nas vendas das rifas que irão sortear um:

              - Um Kindle 10a. geração com iluminação embutida  OU  Uma Echo Dot 3ª Geração: Smart Speaker com Alexa (fica a escolha do ganhador).

Para concorrer basta você fazer um PIX no valor de R$: 5,00 para a conta abaixo:

                        - Larissa Rosa de Oliveira / Chave Pix: 64984189405 (celular)

Após feito o pagamento, você deve enviar seus dados pessoais e de contato (Nome completo, RG, endereço com cep e telefone) juntamente com o comprovante de transferência para o e-mail da Associação (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

*Lembre-se de colocar no assunto do e-mail "Rifa da ABG".

Você também pode se inscrever/enviar o comprovante e seus dados pelo Whatsapp da ABG: (62) 98123-5493.

As vendas da rifa serão encerradas no dia 21/05 e o sorteio do prêmio será realizado no dia 22/05 às 20:00 horas em uma LIVE no Instagram da Associação dos Bibliotecários de Goiás - ABG - @abg.goias.

Confira mais informações na página deles no link: https://www.instagram.com/reel/COv2tIrD_sm/?utm_medium=copy_link 

A coordenação do ITI UFSCar por acreditar na importância da formação continuada e atualização profissional, tem o prazer de ofertar três bolsas de 50% no MBA Inovação em Unidades de Informação (IUI) para serem sorteadas para bibliotecárias e bibliotecários associados a Associação de Bibliotecários e Profissionais da Ciência da Informação do DF (ABDF).

O MBA que iniciará em 22/05/2021, é direcionado para profissionais da Biblioteconomia e interessados em se apropriarem das inovações tecnológicas em prol da sociedade.

Confira todas as informações do IUI no link: https://iti.ufscar.mba/iui  e para concorrer as 3 vagas que serão sorteadas é só preencher esse formulário: https://forms.gle/XiPECEArvDNPEqwo8

Atualização: A Sorteada foi a associada Stella Maria Vaz! Parabéns!!!!!

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