GLENDA MÁXIMO

GLENDA MÁXIMO

Sexta, 30 Novembro 2018 15:37

Bibliofest 2018

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Sexta, 30 Novembro 2018 14:10

Sócio Remido - Briquet de Lemos

E lá vem textão de novo! Para fechar o mês violeta, vamos contar um pouco da história de um grande personagem da biblio, professor, bibliotecário, pai de rockeiros da banda Capital Inicial, tradutor, livreiro e editor de livros que tem a editora com o seu nome... E com certeza estamos falando de 

Antônio Agenor Briquet de Lemos

A imagem pode conter: 1 pessoa, sentado e chapéu

Nascido em Teresina-PI, em 15 de novembro de 1937, o professor Briquet veio para Brasília em 1968, onde iniciou seu trabalho na UnB, mas antes de conhecermos sua trajetória profissional, vamos descobrir como foi que ele chegou até a Biblioteconomia...
O pai de Briquet foi jornalista e tinha uma tipografia na cidade de Teresina, então o professor já nasceu rodeado de informação, ele conta que “antes de ir para escola já sabia montar uma chapa, compor com tipos na tipografia do meu pai” e que quando tinha em torno de 9 a 10 anos criou uma tipografia para ele brincar e fazia literatura de cordel. Mudou-se para o Rio de Janeiro aos 12 anos, e em 1953, aos 15 anos, teve o seu primeiro contato com uma biblioteca, ele foi trabalhar de office boy na biblioteca do Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro. Trabalhou durante 8 anos lá e a bibliotecária do hospital o sugeriu que fizesse o vestibular de biblio na Biblioteca Nacional-BN mesmo sem ter terminado o 2º grau, pois naquele tempo a BN permitia que fizesse o vestibular, desde que a pessoa já trabalhasse em biblioteca, o que era o caso do professor Briquet, assim ele passou no vestibular e começa sua trajetória na Biblioteconomia... 
Em 1957 recebeu os dois diplomas: bacharel em Biblioteconomia e do 2º grau. Mesmo formado o professor tentou outras profissões, pois não havia concurso para bibliotecário e não tinha certeza se queria seguir nessa profissão, assim pensou em ser diplomata, mas foi reprovado na prova do Instituto Rio Branco, então tentou o vestibular para Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia e Centros de Letras do Estado do Rio de Janeiro, atual UERJ, ele passou e fez 2 anos do curso, porém desistiu e passou no processo seletivo para bibliotecário no Centro Pan-americano de Febre Aftosa em 1961. Assim seu primeiro trabalho após o diploma foi nessa biblioteca especializada atuando como bibliotecário e editor ajudando nas publicações do Centro de Febre Aftosa. 
Durante o seu curso na BN Briquet conheceu sua esposa Lúcia que também fazia o curso, os dois se casaram em 1960, e o professor conta que esse seu primeiro trabalho como bibliotecário veio no momento certo, pois o salário era muito bom. Os dois tiveram 3 filhos, dois meninos e uma menina. Os meninos fazem parte da banda Capital Inicial, Felipe Lemos (baterista), e Flávio Lemos (baixista). O professor morou no RJ até os 30 anos. 
Mudou-se para Brasília em 1968 a convite de Edson Nery da Fonseca para atuar como professor na UnB, onde ministrou a matéria de Introdução à Biblioteconomia. O professor conta que “por duas vezes a Universidade de Brasília concedeu-me licença para trabalhar em outros órgãos, primeiro, no Ministério da Saúde, com a finalidade de organizar seu Centro de Documentação. Depois, no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), para ser seu diretor.” Em 1976 foi para Londres fazer seu mestrado. 
Em 1989 o professor recebe o convite para ser diretor da Editora da UnB e lá permanece até sua aposentadoria em 1993. Além de bibliotecário e professor, Briquet também foi jornalista do Jornal do Brasil por um curto período. 
Assim que se aposentou o professor e sua esposa fundaram a editora Briquet de Lemos que posteriormente se transformou também em livraria. Em 2017 a editora Briquet de Lemos completa 24 anos.
A editora se especializou em biblioteconomia, ciência da informação e arquivologia, traduzindo e publicando importantes obras para nossa área. Briquet diz que "como professor, tinha sofrido na pele a carência enorme de bibliografia em português na área a que dediquei a minha vida. Então, decidi que faria meu caminho por aí." E fez muito bem! Pois traduziu excelentes obras para nosso idioma contribuindo com o acesso ao conteúdo aos estudantes e profissionais. 
A livraria se especializou no segmento das artes, e posteriormente em arquitetura, fotografia, design, gastronomia e culinária. Ele conta que a livraria teve repercussão após a participação em um estande na feira do livro de Brasília no ano de 1995. E por falar em Feira do livro, você sabia que a ideia de fazer a feira na área externa do Pátio Brasil foi do professor Briquet?! Pois é, ele pensou que lá seria um local de fácil acesso ao público, assim os organizadores concordaram com a ideia. 
E por falar em livros... o professor conta que suas primeiras lembranças de leitura são de um livro infantil que contava a história do touro Ferdinando, do autor norte-americano Munro Leaf; conta que adora literatura policial, e que faz leitura de autores como o russo Dostoiévski, os franceses Balzac e Stendhal, mas aquele que sempre tem retorno garantido a sua mesa de cabeceira é Machado de Assis.
Briquet participou da fundação da Associação Brasileira de Profissionais da Informação- ABRAINFO no ano de 2012 ocupando a função de Presidente do Conselho Deliberativo, e desde 2013 exerce a função de membro do conselho deliberativo. 
Finalizamos com a fala de Moreno Barros no Bibliocamp 2015 em que diz: 
“Antônio Agenor Briquet de Lemos tem umas das carreiras mais bonitas e completas da biblioteconomia brasileira. O homem certo, no lugar certo, já fez de tudo nessa vida: bibliotecário, professor, diretor, presidente, fundador, editor, livreiro, pai de rockeiro.”
Briquet já concedeu diversas entrevistas que demonstram sua larga experiência, simplicidade e pensamentos críticos que nos fazem refletir sobre vários aspectos da Biblio, seguem alguns dos links para quem tiver curiosidade... 

http://biblioo.cartacapital.com.br/briquet-de-lemos-2/ 

https://www.bu.ufmg.br/bu/index.php/noticiais/1044-entrevista-colaborativa-com-antonio-agenor-briquet-de-lemos-19112014 

http://blog.crb6.org.br/artigos-materias-e-entrevistas/briquet-de-lemos-da-entrevista-ao-blog-cacadores-de-bibliotecas/ 

http://signodalua.blogspot.com.br/2011/02/reportagem-com-birquet-lemos.html 

https://bsf.org.br/2015/07/26/briquet-de-lemos-em-em-sua-felicidade-clandestina/ 

https://projetolupa.com/feed/briquet-de-lemos-

Briquet de Lemos é um dos Sócios-Remidos daAbdf Bsb

Quarta, 21 Novembro 2018 18:49

Sócio Remido - Sebastião de Souza

Hoje vamos falar um pouquinho de uma das maiores autoridades em CDU! Já sabe quem é né?!?

Sebastião de Souza

“Classificar é umato de amor à cultura e à humanidade, pois uma boa classificação permite melhor recuperação dos documentos e isso representa melhores serviços prestados aos usuários, meta final de toda profissão social.”

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Mineiro da cidade de Gonçalves, este professor é querido por todos os alunos que tiveram o privilégio de assistirem suas aulas, Sebastiãozinho como era chamado por muitos, é expert em CDU e consegue transmitir o seu conhecimento tão didaticamente que a CDU nos parece fácil diante de sua explicação!
Sebastião se formou em Biblioteconomia pela UnB no ano de 1972, é mestre em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Universidade Federal da Paraíba (1987), licenciado em Letras Neolatinas e graduado em Filosofia e Pedagogia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena em São Paulo (1960).
Em sua trajetória profissional o professor já foi consultor internacional da CDU pelo Consórcio da Classificação Decimal Universal (CDU), atuou 12 anos na BCE, principalmente no setor de referência, foi diretor da Biblioteca da SUDECO-Brasília de 1973-1979, foi diretor da Biblioteca do Campus II da Universidade Federal da Paraíba, em Campina Grande. Nesta mesma universidade foi professor do Departamento de Biblioteconomia e Documentação. Trabalhou no IBICT por 5 anos com a CDU, e foi professor da FCI-UnB até se aposentar. O professor ainda ministra cursos da CDU em BSB e em outras capitais do Brasil. 
Sebastião possui diversos artigos, resumos, recensões e trabalhos publicados, e também o livro “Discografia da Literatura Brasileira”, e aquele que todo aluno da FCI conhece muito bem! “CDU: guia para utilização da Edição-Padrão Internacional em Língua Portuguesa”.
Em 2004 foi o escolhido para ser homenageado pelo CRB-1 com a medalha Rubens Borba de Moraes. 
E viva o “magrinho de óculos”!! PS.: quem assistir o relato abaixo vai entender... 
Confira o relato do professor Sebastião sobre a sua história na BCE: https://www.youtube.com/watch?v=BXNDOMdVJ5Y

FONTE:https://www.facebook.com/BiblioDF/photos/a.277317569331883/378630965867209/?type=3&theater

Quarta, 21 Novembro 2018 18:35

Sócio Remido - Aníbal Rodrigues Coelho

Nosso primeiro homenageado da série 
Sócios Remidos da ABDF

Aníbal Rodrigues Coelho 

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 Hoje tem textão, afinal tem muita história pra contar... o menino que queria ser padre e se tornou professor, bibliotecário, associativista, voluntariado, líder comunitário rural...

“Fiz-me salesiano e dediquei a vida inteira a lidar com crianças e jovens, sobretudo, pobres e abandonados, seguindo o espírito e os ensinamentos de Dom Bosco, o maior pedagogo e santo do século XIX e XX.”

Atualmente com 86 anos esse mineiro do município de Virginópolis foi um dos pioneiros da Biblioteconomia no DF, então vamos conhecer um pouco da instigante história de vida.Ao fim do grupo escolar os pais de Aníbal o doaram para os Salesianos de São João Del Rei e lá ele concluiu seus estudos básicos e superior em Filosofia e Pedagogia. Após sua formação atuou como professor em várias escolas salesianas nos estados do Brasil. No ano de 1950 entrou no curso de Teologia com a intenção de se tornar padre, mas no último ano abandonou o curso e como diz ele se tornou “irmão leigo e professor”. 

Em 1960 veio para Brasília trabalhar no colégio Dom Bosco e também atuou na UnB como secretário bilíngue, na Universidade ele conheceu a Biblioteconomia ...
Era o vestibular da primeira turma de Biblioteconomia e seu amigo padre José Vieira de Vasconcelos o aconselhou a fazer a prova de biblio e também o vestibular de direito. O professor Aníbal passou nos dois, e por influência do padre Vasconcelos optou pela nossa Biblioteconomia!
O professor era o único homem da turma e conta que ficou conhecido como “o bendito fruto entre as mulheres” e também “o maridinho delas”. 
Sabe quem mais estava nessa turma? A professora Maria Alice que foi contemplada no nosso post anterior do Quem é Quem: Bibliotecários do DF, e por sinal muitas informações dessa biografia do Aníbal foram retiradas do livro da professora que conta a história da primeira turma de biblio da UnB...
Após a conclusão do curso, Aníbal fez o concurso da Câmara dos Deputados e do Senado, passou nos dois e optou pela Câmara onde permaneceu até a sua aposentadoria na década de 90.
Outro querido nosso que também faz parte dessa história de Aníbal é o professor Murilo Bastos, eles se conheceram no colégio Dom Bosco, onde Murilo tomava conta da biblioteca sob a supervisão do padre Vasconcelos, assim Aníbal e o padre o influenciaram a fazer o curso de Biblioteconomia. Os dois no curso de biblio resolverem se inscrever na ABDF que havia sido fundada recentemente (1962) e assim começa a trajetória inspiradora de Aníbal Rodrigues em movimentos associativos e comunitários ... 
Durante sua atuação na ABDF (1971-1975) levou o nome e as atividades da ABDF por todo o Brasil conseguindo associados do norte ao sul do país; criou o Boletim Informativo, o folheto Rapidíssimas e a Editora ABDF que teve a sua primeira publicação de autoria do professor Emir Suaiden. Na gestão de Aníbal a ABDF iniciou a publicação da Revista de Biblioteconomia de Brasília que ficou mundialmente conhecida; iniciou a Feira do Livro de Brasília, e realizou o V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (1975) que lhe rendeu a proclamação de Bibliotecário do ano de 1975, uma forma de reconhecimento da classe pelo evento realizado. O professor conta que com a renda obtida no congresso foi possível comprar a sede da ABDF, outras salas e ainda um terreno no Núcleo Rural Casa Grande, local em que foi feito o Clube Campestre dos Bibliotecários. 
De 1975 a 1986 fez parte do time da FEBAB como observador legislativo e conselheiro suplente.
Em 1975 deixou a presidência da ABDF para se envolver plenamente com o Movimento Casa Grande e o trabalho social. Conta que o movimento se tornou referência nacional, pois a partir dele a comunidade saiu da pobreza absoluta e analfabetismo, conseguiu realizar mutirões e parcerias que construíram escola, biblioteca, centro comunitário, unidade básica de saúde, instalação de energia elétrica, telefone, Centro Integrado de Tecnologia de Informação, asfalto e ainda praticamente erradicar o desemprego que havia em 1979. Ele se orgulha ao dizer que tudo o que existe no Núcleo Rural Casa Grande foi construído pelo esforço da própria comunidade. Também construíram a capela mais disputada pelas noivas brasilienses, Capela São de Assis.
Aníbal deixou a presidência do Movimento em 2010, mas mantendo-se vice-presidente, e dedicando-se ao projeto social “Domingos de lazer e diversões sadias” promovido para crianças e adolescentes com o intuito de combate às drogas. 
Por sua atuação social no Movimento Casa Grande e por sua atuação na ABDF o professor recebeu diversas homenagens como:
A da querida Iza Antunes pela ABDF disponível em: http://www.abdf.org.br/…/421-discurso-de-homenagem-a-anibal… 
Da Câmara Legislativa do DF em 2015 com moções de louvor pela relevante contribuição no âmbito educacional, devido a sua contribuição na implantação de muitas bibliotecas e espaços de leitura do DF. 
A Câmara Legislativa lhe homenageou em maio de 2017 no Dia Nacional do Líder Comunitário, pois o professor Aníbal é o mais antigo Líder Comunitário Rural do DF!!!
Nessa ocasião ele falou um pouco sobre a sua atuação na comunidade rural e sobre a inauguração do 1º Colégio Modelo Rural Integral do Brasil e do DF que será inaugurado em 21/04/2018. Não deixe de assistir: http://www2.camara.leg.br/atividade-legisla…/…/videoArquivo…

O professor diz que foi fiel aos “ensinamentos e pedagogia de Dom Bosco e aos objetivos da profissão que, de coração e alma, abraçamos: PROFESSOR BIBLIOTECÁRIO. ”

FONTE: https://www.facebook.com/BiblioDF/photos/a.277317569331883/382577112139261/?type=3

Sábado, 27 Outubro 2018 22:46

Fake News por Anastácia Oliveira

A Associação dos Bibliotecários e Profissionais da Ciência da Informação do DF coaduna com a posição do Conselho Federal e Regional de Biblioteconomia, com a Federação Nacional dos Jornalistas e com as demais entidades de classe federações e associações e manifesta seu repúdio com a produção e difusão de notícias falsas - ou fake news - sobretudo durante o processo eleitoral brasileiro.

Sabendo que é dever ético dos profissionais da Ciência da Informação - Bibliotecários, Arquivistas, Profissionais da tecnologia, Museólogos, Jornalistas dentre outros -  difundir apenas informações de qualidade e verificadas, esta associação recomenda:

• SEMPRE dialogue e alerte sobre uma fonte de informação duvidosa. VERIFIQUE os dados e INFORME a pessoa de que a informação veiculada é falsa.
• NÃO COADUNE  com fake news. Caso não saiba verificar se a informação é verdadeira ou falsa, não a divulgue;
• PREFIRA fontes primárias, não apenas para checar informações, mas também para disseminá-las;
• ENSINE a verificar as informações. Seja didático. Ilustre se possível;
• São checáveis apenas os fatos: (dados históricos, estatísticos; comparações ou afirmações sobre a legalidade dos fatos.) Não é possível checar opiniões, conceitos amplos e previsões de futuro.  
• CLASSIFIQUE como fake news apenas informações distorcidas. Denominar fake news uma informação ou fato apenas por não ser de acordo com sua ideologia ou visão política é uma conduta indevida.
• Homofobia e racismo não são opiniões ou fatos falsos. São crimes. Caso tenha denúncias de violações de direitos humanos relacionados aos seguintes grupos ou temas disque 100:

• Crianças e adolescentes
• Pessoas idosas
• Pessoas com deficiência
• Pessoas em restrição de liberdade
• População LGBT
• População em situação de rua
• Discriminação ética ou racial
• Tráfico de pessoas
• Trabalho escravo
• Terra e conflitos agrários
• Moradia e conflitos urbanos
• Violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais
• Violência policial (inclusive das forças de segurança pública no âmbito da intervenção federal no estado do Rio de Janeiro)
• Violência contra comunicadores e jornalistas
• Violência contra migrantes e refugiados.

Reforçamos que cidadãos conscientes e bem informados estão mais bem preparados para a tomada de decisões acertadas. É dever do Cientista da Informação combater as fake news e educar a respeito de fontes de informações confiáveis, não apenas para dignificar o campo da Ciência da Informação, mas também para evitar que o estado democrático de direito seja ameaçado ante a desinformação.

Anastacia Oliveira p/ ABDF

https://about.me/anastaciaoliveira?promo=email_sig

Quinta, 25 Outubro 2018 01:06

Publicações da ABDF - Listagem 2018

PUBLICAÇÕES DA ABDF

  1. BIBLIOTECAS públicas e escolares. Brasília: ABDF; Comissão de Bibliotecas Públicas e Escolares, 1982. 91 p. Trabalhos apresentados no IV Encontro de Bibliotecas Públicas e Escolares, João Pessoa, 20 de janeiro de 1982. Trabalho desenvolvido pelo Grupo de Trabalho em Bibliotecas Públicas e Escolares do Estado da Bahia. Inclui bibliografia.
  2. CARVALHO, Maria Carmen Romcy de. Estabelecimento de padrões para bibliotecas universitárias. Fortaleza: UFC; ABDF, 1981. 71 P. (Coleção Biblioteconomia; 1)
  3. CASTRO, Astrea de Moraes e. Arquivistica-técnica, arquivologia-ciência. Brasília: ABDF, 1985. 2 v.
  4. CAVALCANTI, Cordelia R. Indexação & tesauro: metodologia & técnicas. Brasília: ABDF, 1978. 87 p. (Cadernos didáticos de biblioteconomia). Resumos em inglês e francês.
  5. COSTA, Antônio Felipe Correa da. Comutação bibliográfica: acesso a informação científica e tecnológica: analise através da lei de Bradford. Brasília: ABDF, 1983. 118 p.
  6. COSTA, Antônio Felipe e Correa da (Org.) Base de dados ou “data base” você conhece? Brasília: ABDF, 1983. 100 p. Reprodução eletrostática.
  7. CUNHA, Murilo Basto da. Base de dados e bibliotecas brasileira. Brasília: ABDF, 1984. 224 p.
  8. DIÁRIOS oficiais: minuta de proposta para o item 3 do manual de normas mínimas de editoração para publicações oficiais, 1., 2. e 3. Seminários sobre publicações oficiais brasileiras: conclusões, recomendações. Brasília: ABDF; Dep. De Imprensa Nacional; Comissão de Publicações Oficiais Brasileiras, 1979. 33 p.
  9. DIRETORIA de bibliotecas e/ou centros de documentação. Brasília: ABDF, 1985. 92 p. Inclui índices.
  10. EDITORAÇÃO de publicações oficiais. Brasília: ABDF; DIN, 1987. 248 p.
  11. EDITORES oficiais brasileiros de publicações periódicas. Brasília: ABDF; Comissão de Publicações Oficiais Brasileiras, 1983. 137 p.
  12. ENCONTRO NACIONAL DE BIBLIOTECONOMIA E INFORMÁTICA, 2., 1986, Brasília. Anais do II Encontro Nacional de Biblioteconomia e Informática e II Encontro Nacional de Informação e Documentação Jurídica, Brasília, 26 a 31 de outubro de 1986. Brasília: ABDF; IBICT, 1986. vii, 537 p. Inclui bibliografia
  13. ESTUDOS avançados em Biblioteconomia e Ciência da Informação, v.1. Brasília: ABDF, 1982. 274p.
  14. ESTUDOS avançados em Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 4. Brasília: ABDF, 1983. 141 p.
  15. FERREIRA, Glória Isabel Sattamini; OLIVEIRA, Zita, Prates de. Informação para administração de bibliotecas. Brasília: ABDF, 1989. 57 p.
  16. FIGUEIREDO, Nice. Avaliação de coleções e estudo de usuários. Brasília: ABDF, 1979. 96 p.
  17. FONSECA, Edson Nery. Ser ou não ser bibliotecário e outros manifestos contra a rotina. Brasília: ABDF, 1988. 260 p.
  18. FUJITA, Mariângela Spotti. PRECIS na língua portuguesa: teoria e prática de indexação. Brasília: UnB; ABDF, 1989. 213 p. Inclui índice.
  19. GONÇALVES, Nilcéa Amabília Rossi. Catalogação, esquema e exercícios. Brasília: ABDF, 1957. 1 v.
  20. LIMA, Etelvina. A biblioteca no ensino superior. Brasília: ABDF; CAPES, 1978. 23 p. Trabalho apresentado ao VII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, Brasília, 1975. Resumo em português, inglês e francês.
  21. MANUAL de normas mínimas de editoração para publicações oficiais. Brasília: ABDF; Comissão de Publicações Oficiais Brasileiras, 1980. 55 p. Distribuída no 1. Congresso Latino-Americano de Biblioteconomia e Documentação, Salvador, Bahia, 1980.
  22. MEY, Eliane Serrão Alves. Catalogação e descrição bibliográfica: contribuições e uma teórica. Brasília: ABDF, 1987. 201 p. Resumos em português e inglês.
  23. MEY, Eliane Serrão Alves. Catalogação e descrição bibiliográfica: contribuição a uma teoria. Brasília: ABDF, 1987. 201 p.
  24. MEY, Eliane Serrão Alves. CCAA2 em 58 lições. Brasília: ABDF, 1989. vii, 169 p. Inclui índice e bibliografia.
  25. MIRANDA, Antônio. A missão da biblioteca pública no Brasil. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v. 6, n. 1, p. 69-75, 1978.
  26. MORAES, Rubens Borba de. O problema das bibliotecas brasileiras. 2. ed. Brasília: ABDF, 1983. 37 p., 22 cm. (ABDF. Série histórica, 1).
  27. NOCETTI, Milton A. Disseminação seletiva da informação: teoria e prática.Brasília: ABDF, 1980. 60 p.
  28. OLIVEIRA, Regina Maria Soares de. Classificação Decimal Universal: origem, estrutura, situação atual. Brasília: ABDF; INL, 1980. 116 p., 21 cm.
  29. PADRONIZAÇÃO dos pontos de acesso: Governo do Distrito Federal. Brasília: ABDF; GDF, Secretária de Administração, Divisão de Documentação, 1987. 241 p.
  30. PRÊMIO de biblioteconomia e documentação: (legislação e regulamentação). Brasília: ABDF, 1985. 25 p.
  31. RAGHAVAN, K. S. Aquisição de periódicos em bibliotecas especializadas: modelos para a tomada de decisão. Brasília: ABDF, 1983. 17 p. (Série documentos; 1)
  32. RAVICHANDRA RAO, I. K. [et al.]. Métodos quantitativos em biblioteconomia e ciência da informação. Brasília: ABDF, 1986. 269 p.
  33. Revista de Biblioteconomia de Brasília (RBB). Brasília: ABDF, 1973/1990.
  34. ROBREDO, Jaime. Documentação de hoje e de amanhã. Brasília: ABDF, 1978. 171 p.
  35. RODRIGUES, Ricardo C. Microfilmagem para bibliotecários. Brasília: ABDF, 1981. 24 p.(Serie didática & práxis, 1).
  36. SILVA, Divina Aparecida da; ARAUJO, Iza Antunes. Auxiliar de biblioteca: noções fundamentais para formação profissional. Brasília: ABDF, 1987. 63 p.
  37. SPERRY, Suzana (Coord.). Animação cultural: educação e informação para comunidades rurais. Brasília: ABDF, 1987. 104 p.Inclui bibliografia.
  38. TARGINO, Maria das Graças. Conceitos de biblioteca. Brasília: ABDF, 1984. 117 p. Originalmente apresentado como dissertação do autor (Mestrado-Universidade Federal da Paraíba).
Quinta, 25 Outubro 2018 01:02

Eventos históricos

PRINCIPAIS EVENTOS REALIZADOS PELA ABDF

ABDF 50 anos

1962-2012

  • VIII – CBBD – Brasília/DF de 20 a 25/07/1975;
  • 1º Seminário de Publicações Oficiais Brasileiras de 22 a 25/7/1975
  •  Simpósio sobre Mercado de Trabalho, Legislação e Ética Profissional – 8 e 9/8/1980;
  •  2º Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias – 25 a 30/01/1981;
  •  4º Seminário sobre Publicações Oficiais Brasileiras – 27 a 31/07/1981;
  •  I Simpósio Biblioteca, Leitura e Livro, de 27, 29,30/1981
  •  1ª Feira do Livro de Brasília – out./nov. 1982
  •  5º Seminário sobre Publicações Oficiais Brasileiras – 3 a 8/07/1983;
  •  2ª Feira do Livro de Brasília; 1983
  •  3ª Feira do Livro de Brasília; 1984
  •  Encontro Nacional de Biblioteconomia e Informática – 22 a 24/10/1984;
  •  Seminário para Bibliotecas de Referência – 23 a 25/09/1985;
  •  4ª Feira do Livro de Brasília; 1985
  •  Seminário para Gerentes de Bibliotecas e Centros de Documentação/Informação – 22 a 24/05/1985;
  •  5ª Feira do Livro de Brasília, 1986
  •  Seminário sobre Processos Técnicos – 24 a 26/09/1986;
  •  6ª Feira do Livro de Brasília, 1987
  •  6º Seminário sobre Publicações Oficiais Brasileiras – 26 a 30 /10/1987;
  •  Seminário sobre a Biblioteca de Brasília, de 14 a 15/1988
  •  7ª Feira do Livro de Brasília, 1988
  •  8ª Feira do Livro de Brasília, 1989
  •  7º Seminário sobre Publicações Oficiais Brasileiras – 25 a 30/11/1990;
  •  9ª Feira do Livro de Brasília, 1990
  •  1º Seminário Latino-Americano de Publicações Oficiais – 25 a 30/11/1990;
  •  1º Encontro de Coordenadores de Documentação e Biblioteca do Poder Executivo – 28 e 29/08/90;
  •  Encontro de Bibliotecários do Centro-Oeste – EBCO – 2 e 3/10/1997;
  •  1ª Exposição “Biblioteconomia Fazendo Arte”, durante as comemorações do Dia do Bibliotecário 2005 – Tema Artes plásticas por artistas bibliotecários;
  •  2ª Exposição “Biblioteconomia Fazendo Arte”, durante as comemorações do Dia do bibliotecário, 2006 – Tema Artesanato de artesãos bibliotecários;
  •  3ª Exposição “Biblioteconomia Fazendo Arte”, durante as comemorações do Dia do Bibliotecário, 2007 – Tema Fotografia. As fotos retratavam espaços de serviços bibliotecários de Brasília, por fotógrafos bibliotecários. Esta exposição tornou-se itinerante percorrendo várias bibliotecas públicas e privadas, durante o ano de 2007. 
  •  XII CBBD, julho de 2007 em parceria com a FEBAB
  •  Seminário Nacional de Documentação e Informação Jurídica, julho 2007.
  •  2º Seminário sobre Informação na Internet; Simpósio de Acesso Livre à Informação, promovidos pelo IBICT e ABDF. 2008.
  •  Exposição promovia pela ABDF:  IV Biblioteconomia Fazendo Arte – BDB – Tema, música instrumental, e canto, na BDB. 2008.
  •  Feira do Livro de Brasília. 2010.
  •  XII Encontro Nacional de Estudantes de Ciência da Informação – ENANCIB.
  •  Criação de uma revista eletrônica informativa na área de Ciência da Informação – Revista Eletrônica da ABDF <http://revista.abdf.org.br>
  •  Criação de um prêmio relacionado à produção de trabalho científico na área de Ciência da Informação, em cooperação com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia-IBICT. Prêmio em dinheiro e publicação dos melhores trabalhos na revista Ciência da Informação
  •  Participação em eventos técnicos e científicos na área de CI
  •  Organização de Seminário sobre Informação Imagética
  •  Segunda edição do prêmio relacionado à produção de trabalho científico na área de Ciência da Informação, em cooperação com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia-IBICT. Prêmio em dinheiro e publicação dos melhores trabalhos na revista Ciência da Informação
  •  Terceira edição do prêmio relacionado à produção de trabalho científico na área de Ciência da Informação, em cooperação com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia-IBICT. Prêmio em dinheiro e publicação dos melhores trabalhos na revista Ciência da Informação
  •  A Associação de Bibliotecários e Profissionais da Ciência da Informação do Distrito Federal (ABDF) realizou por mais de 30 anos, o curso para formação de auxiliares de biblioteca no Distrito Federal, o que a fez reconhecida e respeitada pela sociedade, nessa área. Cursos com excelente proposta pedagógica, conteúdo atualizado e professores altamente capacitados. Prova disso era a rápida absorção, pelo mercado de trabalho, dos egressos desses cursos ou a melhoria de desempenho dos profissionais já empregados que participavam dos treinamentos. 
  •  Entrega de Menções Honrosas a projetos inovadores dentro da área de Biblioteca e leitura:

Biblioteca Pública de Taguatinga e Grupo Roedores de Livros da Ceilândia.

Evento organizado pela ABDF com apoio da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários – FEBAB, Conselho Federal de Biblioteconomia - CFB, Conselho Regional de Biblioteconomia da 1ª Região – CRB1, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT e Bibliotecas e Bibliotecários do Distrito Federal  como parte das comemorações do Dia do Bibliotecário (12 de março) e para divulgar a profissão, estimular o uso das Bibliotecas do Distrito Federal como espaço cultural e estimular a leitura. O evento aconteceu no Centro Cultura do Banco do Brasil – CCBB e foi aberto ao público em geral com programações para o público adulto e infantil.

  • FESTA JUNINA BENEFICENTE NÚCLEO RURAL CASA GRANDE.

Evento beneficente em parceria com a Casa Grande Canto do Cisne para apoio à comunidade carente da região.

Quarta, 24 Outubro 2018 22:49

Sócios Remidos da ABDF

Sócios Remidos

O sócio remido é uma das categorias de associados da ABDF, que no seu artigo

           Art. 9º. estabelece que são considerados associados remidos, aqueles fundadores da ABDF e os efetivos que contribuíram, de uma só vez ou parceladamente, com importância em dinheiro. Esse tipo de associado fica dispensado definitivamente do pagamento da mensalidade estabelecida periodicamente pela Associação, mas tem todos os direitos e deveres dos demais associados. E se desejarem, podem continuar a contribuir financeiramente pagando as anuidades.

         A ABDF inicialmente contava com cerca de 10 sócios remidos, justamente aqueles que fundaram a Associação e que por determinação do seu primeiro estatuto, em 18 de setembro de 1962, ganharam o direito de serem sócios remidos. A lista dos associados remidos começa com o nome da bibliotecária Adélia Leite Coelho. Essa lista aumentou quando a ABDF se candidatou, junto a FEBAB, para trazer para Brasília, o VII CBBD, que aconteceria em 20 a 25 de julho de 1975. Na ocasião com poucos recursos para iniciar os preparativos do maior evento da área da Biblioteconomia Brasileira, a diretoria encabeçada pelo bibliotecário Anibal Rodrigues Coelho apelou para a classe bibliotecária e associados, oferecendo a oportunidade dos bibliotecários brasilienses participarem efetivamente da organização do evento. A resposta foi que muitos colaboraram com quantias variadas, dentro das possibilidades de cada um. Bibliotecários e professores se uniram para trazer o CBBD, pela primeira vez, para Brasília. E assim surgiram mais associados remidos engrossando a lista para 42 sócios remidos. 

           Hoje e sempre, é preciso lembrar e agradecer aos bibliotecários brasilienses que juntos, confiando na sua Associação, fizeram um mais lembrados CBBDs e deram a ABDF oportunidade de conseguir sua sede própria, tão desejada pela diretoria da época. E tão útil para a classe que passou a contar com espaço para encontros e cursos.

*Aqui no nosso Estatuto explica direitinho!   

Aníbal Rodrigues Coelho

Sebastião de Souza

Antônio Agenor Briquet de Lemos

Cordélia Robalinho de Oliveira Cavalcanti

 

 

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