Os bibliotecários que estiverem em dia com as anuidades da ABDF terão um desconto significativo na inscrição para o XXIV CBBD. A anuidade de 2011 está com os mesmos valores de 2010: R$90,00 (noventa reais) ou dois pagamentos de R$50,00 (cinquenta reais). Os que efetuarem o pagamento até 31 de março de 2011, pagarão apenas R$50,00 (cinquenta reais). Não deixe de ganhar este desconto e mais o da inscrição do XXIV CBBD.

A Proposta do Sr. Hamilton Pereira como Secretário de Estado de Cultura do GDF
é tornar Brasília a "Capital da Leitura". A SEC/GDF quer ouvir a sociedade brasiliense em Conferência Aberta que será marcada brevemente. Chegou a hora de Brasília mostrar que está preocupada com a  futura geração de leitores. Olhar pelas bibliotecas e prestigiar os projetos que dão acesso ao livro e incentivam a leitura. Povo leitor é sinônimo de maior desenvolvimento social, econômico e cultural.

1) http://gebe.eci.ufmg.br/ - Grupo de Estudos em Biblioteca Escolar da Escola de Ciência da Informação da UFMG.

2) www.rbe.min-edu.pt - Rede de Bibliotecas Escolares

No primeiro vários artigos de especialistas poderão ser consultado.

No segundo trata-se de um sítio da Rede de Bibliotecas Escolares, do Ministério da Educação de Portugal. Portugal mostra como realizou uma revolução nas bibliotecas escolares do  pais.

Serão encontrados documentos valiosos sobre parâmetros de bibliotecas escolares, manuais de avaliação, manifesto da UNESCO e outros documentos  que servem de referência. Observando-se as peculiaridades daquele pais.

As escolas públicas de educação básica receberão, no início de 2012, 10 milhões de dicionários de português, adquiridos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável pela aquisição e distribuição dos livros didáticos aos alunos da rede. Os dicionários distribuídos estarão atualizados com as  novas normas estabelecidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Edital convocando as editoras está no DOF de 7/01/2011.

Cada vez mais é preciso pensar e agir em prol das bibliotecas das escolas.

Em 2011, mais de vinte milhões de estudantes serão beneficiados pelo Programa Biblioteca da Escola. Sete milhões de livros de literatura serão enviados para escolas públicas de ensino fundamental (49.799 unidades de ensino do 6º ao 9º ano) e de ensino médio (17.830 escolas). Os acervos terão títulos de diversos gêneros literários, como contos, crônicas, romances, poemas e histórias em quadrinhos.

O governo do Brasil é um dos que mais compra livros didáticos.

Uma contribuição

Como definir uma profissão?

As profissões surgem a partir da vocação manifestada pelo indivíduo que ao utilizar seu talento e habilidade para desenvolver uma atividade ela se torna útil a sociedade e é por ela reconhecida.

Segundo o filósofo espanhol Ortega y Gasset, em seu famoso discurso aos bibliotecários no 2º Congresso Mundial de Bibliotecas e Bibliografia”, em Madrid, no ano de 1935, que foi editado com o título: Missão do Bibliotecário:

“Há um estágio em nossa cultura que aquilo que um indivíduo faz porque tem certo talento, porque gosta, porque tem necessidade de expressar uma vocação pessoal se torna útil e importante para todo o seu grupo cultural. Quando isso acontece, o trabalho desse indivíduo passa a preencher necessidades do grupo, e não mais a sua própria, e a sociedade passa a exigir que essa atividade seja feita de maneira tal que a sua necessidade seja satisfeita. Assim, segundo Gasset, teriam surgido as profissões.”

Ainda citando Gasset, ele destaca que para determinar a missão do bibliotecário, é preciso partir não do homem que a exerce, de seus gostos, curiosidades ou conveniências, mas principalmente da necessidade social a que serve a profissão de bibliotecário. Diz mais: “esta necessidade, como tudo que é humano, não é fixa, mas essencialmente variável, mutante, em evolução, em suma histórica."

Vários estudiosos estabeleceram alguns parâmetros que caracterizam uma profissão, entre eles:

♦ Vocação;

♦ Conhecimentos específicos e sistemáticos; 
♦ Competência específica e titulação;
♦ Serviço público = Bem comum
♦ CONSCIÊNCIA PROFISSIONAL = Comportamento ético e moral do profissional.

A consciência profissional apresenta dois aspectos importantes:

1º) é condição fundamental para o profissional;

2º) ela contribui para o conjunto de conhecimentos que embasa uma profissão.

A consciência profissional representa o nosso cumprimento de deveres e a defesa de nossos direitos. Ela nos dá a necessária autoestima e senso crítico. Ela nos dá, ainda, confiança, respeito e reconhecimento.   

Necessidade do profissional bibliotecário na sociedade da informação

O profissional bibliotecário tem que assumir o caráter interdisciplinar da Biblioteconomia, e desta forma buscar instrumentos de trabalho em outras áreas tais como:

ECONOMIA – que vai dar os subsídios para a elaboração de políticas de preços e análise de custo/benefício buscando a eficácia para os serviços e produtos.
ADMINISTRAÇÃO – absorver as técnicas de planejamento e gerenciamento de serviços e estratégias de marketing.
COMUNICAÇÃO – utilizar as técnicas de elaboração e veiculação de mensagens que divulguem os serviços e produtos.
SOCIOLOGIA e ANTROPOLOGIA – conhecer os conceitos básicos sobre as leis de comportamento social.

O papel do profissional nesta sociedade que se apresenta cada vez mais informatizada deve ser fundamentalmente dinâmico, agressivo em comparação aos profissionais da década de 50 e 60 que aguardavam o usuário.

Na sociedade da informação o usuário mudou. Ele não só consulta a biblioteca e os centros de informação e documentação como também organiza (ele mesmo) sua própria informação usando:

♦ computadores;

♦acessando diretamente as bases de dados via internet para recuperar informações.

Quais os desafios encontrados pelo profissional bibliotecário no Brasil?

a) população com alta taxa de analfabetismo;

b) dirigentes ignorantes da função da biblioteca no desenvolvimento  

c) socioeconômico e consequentemente do papel do bibliotecário;

c) bibliotecas desatualizadas, sem os requisitos mínimos para desenvolver suas atividades, sem verbas e pessoal qualificado.

Mas, o profissional consciente do seu valor social pode reverter em muitos casos esta situação.

É imperativo que o profissional bibliotecário seja atento, dinâmico, atualizado, combativo, participativo e proativo.

Será que a profissão de bibliotecário tem todos os atributos necessários para ser reconhecida?

Atributos que caracterizam uma profissão

1)      presença de um corpo de conhecimento especializado, sistematizado e abstrato;

2)      autonomia no exercício profissional;

3)      capacidade de autorregulação;

4)      existência de procedimentos de credenciamento;

5)      exercício da autoridade sobre clientes;

6)      publicação de um código de ética.

O que se espera dos profissionais bibliotecários?

1)      pressupõe-se que sejam altruístas e trabalhem para o bem comum e para a modernização da sociedade;

2)      atuação profissional recompensada materialmente e também pela atribuição de prestígio e status.

Qual o processo de profissionalização necessário?

Ordem de "primeiros eventos", comum a maioria das profissões:

Primeiro estágio:

1)      as pessoas que exercem determinado trabalho passam a dedicar-se a ele em tempo integral. 
2)      a necessidade de um treinamento mais formal.
3)      os cursos se tornam mais longos.
4)      surgimento de um corpo docente.

O próximo estágio é a formação de uma associação profissional, que congregará os professores e os novos profissionais graduados.

Neste novo cenário dinâmico da sociedade da informação cabe algum papel para o bibliotecário?

Sem dúvida! Desde que o bibliotecário tenha consciência profissional:

♦ mude sua perspectiva frente à sociedade e suas exigências;

♦ se adapte ao novo perfil do usuário;

♦ compreenda como a informação é criada, produzida e disseminada;

♦ compreenda como a informação é usada e manipulada pelo usuário e pelas novas tecnologias;

♦ compreenda como a informação se encontra organizada, controlada e adquirida;

♦ compreenda como a informação é armazenada e recuperada;

♦ compreenda como a informação é administrada, vendida e digerida;

♦ compreenda seu papel de moderador na busca de informação;

E ainda, participe se una aos seus pares para defender seus direitos e os direitos da sociedade, como o direito ao acesso à informação e a liberdade de expressão.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA JR., O. F. de. O profissional bibliotecário: um pacto com o excludente. In:  Profissional da informação: o espaço de trabalho. Brasília : Thesaurus, 2004.

MUELLER, S. P. M. Uma profissão em evolução: profissionais da informação no Brasil sob a ótica de Abbott: proposta de estudo. In: Profissional da informação: o espaço de trabalho. Brasília : Thesaurus, 2004.

MOTTA, Mª Eleonora F. Os profissionais da informação, funções e títulos. Brasília : Thesaurus, 26 p

ORTEGA Y GASSET, José. Missão do bibliotecário. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2006.

RANGANATHAN, S. R. Cinco Leis da Biblioteconomia. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2009.

SANTOS, J. P. O perfil do profissional bibliotecário. In: Profissionais da informação: formação, perfil e atuação profissional. São Paulo: Polis, 2000.

SOUZA, F. das C. de. Ética e deontologia: textos para profissionais atuantes em bibliotecas. Florianópolis : Ed. UFSC,2002.

É verdade, a Associação de Bibliotecários do Distrito Federal, ABDF, nasceu de uma paixão! Paixão pela Biblioteconomia e pela profissão de bibliotecário.

Embalada pela euforia de ver a profissão de bibliotecário ser regulamentada, no dia 18 de setembro de 1962, a bibliotecária Adélia Leite Coelho, então diretora da Biblioteca do Senado Federal, mobilizou e contagiou um grupo de bibliotecários que acabavam de chegar à capital do Brasil e, oficializou a criação da ABDF. O registro em cartório da 1ª Ata de criação da ABDF, legitimou a presença da Associação, representando a classe bibliotecária, no Plenário do Congresso Nacional, na sessão que sancionou a Lei 4.084/62 que regulamentou a profissão de bibliotecário e criou os Conselhos. Assim a ABDF e a Lei do Bibliotecário comemoram, neste ano, 50 anos de história.

Pela segunda vez participei do Seminário Retratos da Leitura no Brasil, desta vez na sua 2ª edição. Promovido e realizado pelo Instituto Pró-Livro (IPL), o II Seminário apresentou a 3ª. edição da pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência sobre o comportamento do leitor brasileiro que será disponibilizada, em forma de livro impresso, durante a Bienal do Livro em São Paulo, no próximo mês de agosto.

 O CFB e a FEBAB, entidades, citadas como apoiadoras do IPL, estiveram presente representadas, respectivamente, pela presidente Nêmora Rodrigues e pela vice-presidente Adriana Cybele. A Ministra Ana de Hollanda prestigiou o evento. A abertura foi feita pela Presidente da Câmara Brasileira do Livro e do IPL, Karine Pansa.

 A apresentação da pesquisa, com várias explicações, inclusive da mudança da metodologia utilizada para a pesquisa, que teve como modelo a metodologia usada pelo CERLALC, foi feita pelo Diretor do IBOPE Inteligência, Helio Gastaldi. Inicialmente ele informou que 5.012 pessoas foram entrevistadas, em 315 municípios do país. Indivíduos, com idades a partir dos 5 anos, foram ouvidos no período de 11/06/2011 a 3/7/2011.

 A estrutura do Seminário permitiu um painel que realizou uma comparação dos resultados obtidos na pesquisa brasileira, com o comportamento e hábitos de leitura em alguns países latino-americanos feita pelo CERLALC. O Chile e o Uruguai apresentam os melhores índices de leitura na América Latina. Logo em seguida foi feita uma análise dos resultados da pesquisa, pela Diretora do Livro, Leitura e Literatura do MINC, Maria Antonieta. O segundo painel apresentou uma análise dos resultados da pesquisa e as políticas públicas do Livro e Leitura, através da visão de vários palestrantes.

 Gostei muito das indagações, observações e sugestões das palestrantes: Maria Antonieta, Diretora do Livro, Leitura e Literatura do MINC e Marisa Lajolo, da UNICAMP. A primeira fez uma análise dos resultados da pesquisa segundo o perfil dos entrevistados. Foi muito importante sua fala que, infelizmente, foi interrompida, pela escassez do tempo, o que prejudicou muito o público, pois ela fez observações muito concretas, claras e pertinentes sobre a metodologia aplicada, mas que infelizmente sua análise não pode ser concluir. A 2ª também não teve muito tempo, mas também foi muito boa sua fala. Concordou com alguns pontos colocados por palestrantes anteriores e, principalmente, com a profª Maria Antonieta. As duas destacaram e concordaram com a constatação de que o brasileiro continua lendo pouco, com todas as políticas públicas de formar mediadores, adquirir livros para as bibliotecas e as escolas e abrir bibliotecas nos municípios. Segundo a nova pesquisa o brasileiro leu menos. Em comparação com a pesquisa anterior, vários itens diminuíram, inclusive a quantidade de livros lidos por ano de 2 para 1,85. As duas palestrantes, destacaram os seguintes itens:

1º) O brasileiro continua lendo pouco

2º) A escola que deve formar leitores, não consegue fazer isto
3º) As bibliotecas não conseguem criar leitores

Outras conclusões podem ser feitas das análises e resultados apresentados pela pesquisa: na Escola, os alunos continuam lendo por obrigação; a imagem da biblioteca pública continua sendo a de que ela é um espaço só para estudantes, sendo assim, muitas pessoas não escolhem a biblioteca como espaço de leitura.

As palestrantes colocaram duas questões: por que a Escola não forma leitores e por que as bibliotecas não criam leitores?

A pergunta que não quer calar é: o que está errado na Escola e na Biblioteca?

O desafio dos bibliotecários é grande: mostrar para as comunidades que a Biblioteca é útil. Que ela é, de fato, instrumento de cidadania, desenvolvimento, social, econômico e cultural. Será que vamos precisar criar uma nova biblioteca e uma nova Escola? Será que para isto é preciso investir nas pessoas que trabalham nas Escolas e nas Bibliotecas? Será que é preciso na labuta do dia-a-dia da Escola e da Biblioteca, é preciso considerar o comportamento atual dos alunos e leitores? Como mudar o comportamento dos leitores? Como mudar a imagem da biblioteca para a população como um todo?

 São questões que não foram resolvidas pelo Seminário, mas ele nos deu uma boa ferramenta para reverter a situação. Claro que com a participação e empenho de todos: Governos, entidades, instituições, iniciativa privada e profissionais envolvidos na questão do livro, leitura, literatura e biblioteca..

Entre as inovações que o XXIV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia - CBBD apresentou, uma foi a convocação feita as entidades de classe: associações, sindicatos e conselhos, pelo Sistema Conselho Federal de Biblioteconomia e Conselhos Regionais de Biblioteconomia - CFB/CRBs,  para uma reunião com o objetivo de discutir e refletir sobre a Biblioteconomia no Brasil e a profissão de bibliotecário. Por que esta convocação? O cenário da Biblioteconomia brasileira se apresenta com vários fatores que indicam ameaças e oportunidades, como foi dito na pauta da convocação.

As missões são diferentes, sem dúvida, nos dois tipos de bibliotecas. Mas, no Brasil dada a falta de bibliotecas escolares - que devem fazer parte do projeto pedagógico da escola - as bibliotecas públicas são desvirtuadas na sua missão principal que é a de atender um público mais amplo das comunidades oferecendo lugar para crianças, jovens, adultos, idosos, aposentados e outros grupos que fazem parte da população de uma cidade, município ou lugarejo. Muitos acreditam que as bibliotecas públicas são para os estudantes. E acabam não frequentando a biblioteca pública. Vivenciei isto quando começamos a atender as bibliotecas públicas com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber. Durante as inaugurações é comum um público maior comparecer e nesse momento em conversa com as pessoas informamos que a biblioteca está aberta para todos. E aí elas nos perguntam: "mas, nós também podemos vir a biblioteca e pegar livros? Não é só para os estudantes?" Esta é a imagem que se faz da biblioteca pública no Brasil. Então explicamos que a biblioteca é para todos. As pessoas vêm uma predominância de estudantes do ensino fundamental, principalmente, nas bibliotecas públicas, pois é o único lugar que eles têm para fazer seus exercícios e buscar um livro para completar melhor um trabalho que estão fazendo. Por outro lado, as poucas bibliotecas escolares que existem, nas escolas públicas, funcionam precariamente sem horário corrente, sem pessoal para receber os alunos, sem o mínimo de organização no acervo. Também é uma vivência que tenho atendendo as escolas pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber. Pelo Projeto oferecemos as instituições beneficiadas: móveis, estantes, computador, um programa livre de controle do acervo, pequenos reparos e reformas para deixar o ambiente da biblioteca, limpo, bem iluminado, com um novo leiaute. Colocamos livros semi-novos que foram selecionados tendo em vista a clientela da biblioteca, sinalizamos as estantes e oferecemos um curso de auxiliar de biblioteca para leigos que já estão trabalhando nas bibliotecas. Mesmo que a biblioteca tenha bibliotecário, caso raro, o curso é oferecido, pois é importante que o bibliotecário tenha ao seu lado pessoas que conheçam as atividades de uma biblioteca. Muitas pessoas que treinamos já não estão nas  bibliotecas. Infelizmente, é o que estamos vendo com o nosso programa de volta aos locais beneficiados. O pessoal que atende nas bibliotecas públicas e escolares são temporários. Não há um quadro de pessoal que possa fixar um mínimo de funcionários nas bibliotecas e garantir o seu pleno funcionamento. Aguardo com ansiedade o curso à distância de Biblioteconomia a nível de graduação que será oferecido pela Universidade Aberta. Penso que será uma revolução na nossa área. O curso foi projetado com o aval do CFB, e contou com bibliotecários doutores, representativos dos vários cursos regulares presenciais, que montaram todo o conteúdo programático. Não tenho dúvida que virá sanar a enorme defasagem que temos na formação de novos bibliotecários. O Brasil precisa de muitos bibliotecários para atender aos municípios, principalmente. Alguns Estados já estão querendo aplicar a Lei de universalização de bibliotecas escolares, mas não têm bibliotecário para colocar nas escolas. O momento é propício já existe uma conscientização maior neste momento da importância da leitura e de serviços bibliotecários na sociedade brasileira. Nós bibliotecários temos que apoiar, participar, discutir, cobrar com mais veemência. É o futuro da profissão e a melhoria global dos serviços bibliotecários no Brasil que está na pauta. Não vamos esperar.

"quem sabe faz a hora não espera acontecer" (Geraldo Vandré, música)

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