Um rápido olhar sobre a história da escrita e das bibliotecas é capaz de revelar a dimensão do passeio humano pelos caminhos de expressão, da tentativa de guarda e estocagem da memória. Mobilizando barro, cera, papiros, pedra, metal e couro animal, uma trilha de interpretações foi percorrida em suportes diversos, sinalizando a ilusão de que o tempo e o espaço poderiam ficar ali encapsulados. Deriva daí a superfície de um imaginário de suposto prestígio, dessa tarefa de preservar pensamentos para além do tempo de vida de seus atores e protagonistas. O investimento humano na construção desses espaços é determinado por relações sociais, em que os lugares de posse eram reservados a determinados círculos, fechados e dominantes, posto que não eram todos que dispunham de autorização e poder para adentrar o mundo dos livros e dos acervos. A base de sustentação de tais círculos só pode ser compreendida na distribuição desigual de saberes e poderes. Apenas alguns eleitos debruçavam-se sobre os materiais guardados, assim, a marca de pertencimento a determinado grupo ou classe social era a senha para o acesso ao espaço físico e imaginário da leitura.

A biblioteca, local já falado no Egito como: "O tesouro dos remédios da alma", não se apresentava aberta aos escravos, plebeus e analfabetos; também não guardava todo e qualquer documento. Algumas obras eram "escolhidas", pelo bibliotecário, para ocupar espaço nas estantes, institucionalizando, assim, a importância delas, ao mesmo tempo em que se excluíam outras obras, tidas como indesejáveis e, assim, merecedoras de um apagamento. Pergunta-se: qual processo político define tal tarefa de selecionar? Como relações sócio-históricas estabelecem esse movimento de dar visibilidade a certos livros e não a outros? O que leva o profissional a identificar o lugar exato dos livros, tratando-os como importantes e merecedores de crédito, prontos a deitarem-se sob estantes das bibliotecas e integrarem acervos, enquanto outros livros são considerados menos valiosos? Tais questões sinalizam o processo sócio-histórico de saberes e poderes, que define o que pode e/ou deve ser guardado; o que merece persistir como vestígios do tempo para as gerações vindouras e quais escritos que devem ser destinados ao lodo do esquecimento. Esse movimento basculante de guardar (e esquecer) livros constitui um exercício reflexivo que vai bem além do trabalho técnico de catalogar, indexar e afixar códigos e organizar acervos, visto que reclama a compreensão o que está nas bordas desse fazer, isto é, a interpretação de processos e não apenas de produtos. Exige também que, além de olhar, ler e conferir o que está escrito nas lombadas dos livros, eles sejam abertos e vasculhados em suas reentrâncias, opacidades e deslimites.

Entretanto, o mais recorrente é o esquecimento desses fazeres e o aprisionamento do bibliotecário à tarefa de manter a ordem, resguardar o silêncio, conferir entradas e saídas, domesticar o uso e assumir o lugar de bedel das obras, enfim, um guarda a garantir a guarda do acervo. Há indícios de que, nos últimos vinte anos, vários profissionais têm buscado assumir novos sentidos, deslocando-se dessa posição e enunciando de outra forma, embora tais mudanças ainda sejam tímidas.

Lucília Maria Sousa Romão é professora da USP (Universidade de São Paulo), campus de Ribeirão Preto (Fonte: Jornal Gazeta de Ribeirão - 24/08/2006) (Divulgado por Rosalvio José Sartortt – Enviado para “bibliotecários” em 25/08/2006)

    Ter sido escolhida pela Câmara do Livro do Distrito Federal como Patrona da XXV Feira do Livro de Brasília, é honra e privilégio que me enche de emoção e de alegria. Evento marcante na vida cultural da cidade, a Feira do Livro comemora este ano suas bodas de prata. É, portanto, numa data muito significativa que a Câmara do Livro, lembrando meu nome, estimula os profissionais que atuam em bibliotecas públicas e, por meu intermédio, presta reconhecimento aos dedicados servidores da Biblioteca Demonstrativa de Brasília. Além disso, é uma honra especial ser Patrona de um evento em que o grande homenageado é um dos gênios maiores da poesia brasileira, o gaúcho MÁRIO QUINTANA, um dos poetas que enfeitam e amenizam o cotidiano de todos nós com uma visão positiva e original das coisas e dos amores que nos cercam!”.

    Acredito ainda que a indicação da Câmara do Livro represente o reconhecimento a um trabalho que desenvolvemos há 23 anos frente à Biblioteca Demonstrativa, que integra a estrutura da Fundação Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura. Durante todos esses anos, procuramos pautar nossa atuação pela busca da democratização do acesso à informação e à cultura, motivando o trabalho de uma equipe, em que procuramos incutir e desenvolver o espírito do servidor público de bibliotecas, a quem cabe a missão de organizar e tornar acessível o patrimônio público e cultural contido nas páginas dos livros e dos documentos grafados pela História. Para mim, em especial, é gratificante ver o nosso trabalho reconhecido, porque foram anos de muito esforço, trabalho e dedicação, na busca pela satisfação de nossos usuários, oferecendo a todos o saber por meio da leitura, pela pesquisa e pelo debate. Com este objetivo, acredito que a minha maior contribuição foi fazer da biblioteca pública um pólo de difusão do conhecimento e da cultura, em um ambiente agradável e convidativo, tentando colocar a Biblioteca como um agente sócio-cultural de grande presença na comunidade brasiliense.

    Foi dinamizando atividades, desenvolvendo idéias, recebendo críticas e sugestões, válidas ou não, aprimorando os trabalhos, chamando a sociedade, com ela discutindo e debatendo, que, a cada dia, com a efetiva participação de cada servidor, conseguimos realizar um trabalho que se propõe a ser fiel à verdadeira definição do que seja uma biblioteca pública.

    Ao ingressar no Curso de Biblioteconomia da Universidade de Brasília, ainda muito jovem, incentivada por minha mãe que via em mim a paixão pelos livros, não poderia imaginar que viveria um dia um momento como este. Como “rato de bibliotecas”, desde muito pequena o livro faz parte da minha vida. Hoje, a leitura está disseminada por fontes as mais variadas, graças à tecnologia que chega em todo lugar e leva a cultura universal para cada canto da Terra. Com raras exceções, não podemos mais dizer: “esse autor eu desconheço”, ou “deste livro não ouvi falar”. Basta procurar na rede mundial de computadores que lá estará, disponível, acessível, algo sobre o que ouvimos de relance ou muito daquilo que queremos aprender.

    O livro nos acompanha em nossa trajetória com seu conteúdo de sonhos, informações, imagens e momentos baseados no que vivemos ou criamos. É parte fundamental da história das nações.

    Serviu como insumo no desenvolvimento de um pequeno país como a Inglaterra, participou do radical movimento cultural e político do século 19, no Japão, quando os livros disseminaram pela população os avanços do Ocidente, tornando o país uma grande potência mundial.

    Foi principalmente pelos livros, que os franceses aprenderam a romper barreiras e a mudar o curso da história da humanidade, com sua revolução.

    No Brasil, ainda temos um longo caminho a percorrer. É duro reconhecer que temos ainda poucas livrarias, muita falta de leitura e escritores que lutam com dificuldades para publicar suas obras. Acredito que, em Brasília, podemos nos considerar privilegiados, já que é uma cidade de bons escritores e que detém o maior índice de leitura  de nosso País. Senhores escritores e leitores em geral: O que nos define não é raça, cor ou classe social. O que nos dá um rosto é a cultura que temos, o saber que compartilhamos, o sopro de vida que nos leva para frente.

    Uma feira como esta é fundamental para que haja esse encontro entre leitores, livreiros e autores, para que haja debate, identificação, para que possamos sonhar de olhos abertos e agir a partir dos planos e promessas que aqui surgirem. Como bibliotecária, não posso deixar de registrar que, em 1982, a Associação dos Bibliotecários do DF comemorava 20 anos de sua criação e era dirigida pelo nosso colega Emir Suaiden, atualmente Diretor-Presidente do IBICT -  Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. A então diretora de Divulgação, Iza Antunes, atualmente Presidente de nossa Associação, sugeriu a organização de uma Feira de Livros, sonho dos livreiros da cidade. Contou com o apoio do INL, órgão infelizmente extinto pelo Governo Collor, mas que deixou saudades. A partir desta feira os livreiros e distribuidores organizaram-se para criar sua associação. No ano seguinte, foi realizada a 2ª Feira do Livro agora com a parceria da recém-criada Associação dos Distribuidores e Livreiros de Brasília, Depois de passar pelo Centro de Convenções e do Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade chegou ao Shopping Pátio Brasil, onde parece ter encontrado o lugar ideal para sua realização. Agora, completando 25 anos, a Feira a cada ano consolida-se como um dos eventos culturais e educativos mais importantes da cidade, graças ao brilhante trabalho das diversas diretorias da Câmara do Livro e, em especial, à garra, a persistência e a competência de Íris Borges, sua atual presidente e de seus colaboradores. E o movimento associativo dos bibliotecários brasilienses orgulha-se de ter iniciado esse grande acontecimento.

    Finalizando, gostaria de dividir está homenagem com os servidores que lutaram comigo por todos estes anos, com a minha família sempre presente e solidária e os amigos, escritores e artistas que sempre me apoiaram, aqui representados pelos integrantes da diretoria da Sociedade dos Amigos da BDB, instituição que representa uma parceria entre a Sociedade e o Estado, sem a qual nosso trabalho seria muito difícil de ser concretizado. Especialmente, gostaria de dedicar este momento precioso de minha vida à memória de minha irmã Linda, uma pessoa muito especial, cujo carinho e apoio incondicional fez com que eu continuasse a desenvolver o meu trabalho, mesmo nos momentos difíceis em que a incompreensão e a falta de sensibilidade interpuseram-se às minhas iniciativas. Hoje, são momentos menos significativos numa longa trajetória de trabalho, marcada pelo apoio e a amizade da comunidade cultural de Brasília. Nesta cidade tão querida e plural, temos a alegria e o privilégio de participar da luta contínua pela preservação e o desenvolvimento dos valores culturais múltiplos e diversificados advindos da riqueza intelectual e literária deste País surpreendente, capaz de forjar na Paz o rumo certo e preciso para a formação de seu futuro. Crer no País e em Brasília, acreditar na cultura e no talento nacional: seguramente, esta é a bandeira que me trouxe a este momento privilegiado. Por ela, pretendo continuar lutando, acreditando que a Cultura é uma porta que deveremos necessariamente manter aberta para a construção da felicidade plena de todo e qualquer ser humano.

    O meu mais sincero agradecimento a Deus e a todos vocês!

Muito obrigada!   

Maria da Conceição Moreira Salles
Coordenadora da Biblioteca Demonstrativa de Brasília
Em 25 de agosto de 2006

Jack Andersen
 

Diz-se que os praticantes da crítica literária são os críticos de literatura; isso é, aqueles que revisam e criticam trabalhos de ficção. Mas onde estão, alguém pode perguntar, os críticos da funcionalidade e legitimidade dos sistemas de organização do conhecimento? Estes são, por exemplo, bibliografias, sistemas de classificação, tesauros, enciclopédias e máquinas de busca – todos os sistemas que de uma maneira ou outra são os mediadores da parte registrada da sociedade e da cultura. Tais sistemas de organização do conhecimento são também as ferramentas profissionais dos bibliotecários. Por essa razão, nós deveríamos imaginar que os bibliotecários possuem muito a dizer sobre o papel e utilidade desses sistemas na mediação da sociedade e cultura, mas é difícil dentro da arena pública encontrar e escutar as vozes críticas de bibliotecários argumentando sobre os sistemas de organização do conhecimento. Nós estamos acostumados a ler e escutar as vozes dos críticos culturais, sociais e literários debatendo assuntos de ordem social e cultural – os tipos de crítica com histórias bem-estabelecidas e aderentes que existem na sociedade. Jürgen Habermas (1996) argumentou, em seu livro sobre a transformação cultural da esfera pública burguesa, que a crítica de arte, crítica social e crítica literária se desenvolveram em espaços públicos como bares, cafés e clubes, e se tornaram escolas do pensamento estabelecidas em gêneros de escrita como jornais e revistas. Elas se tornaram organizadas no senso de que a crítica desenvolveu formas particulares de comunicação para que pudesse falar e escrever sobre assuntos sociais, políticos e culturais da sociedade. Esses modelos de comunicação particulares se mantiveram devido ao seu apelo e crença na discussão racional dentro da esfera pública. As formas de comunicação e a esfera pública eram dialéticas por natureza. A esfera pública constituía o lugar e o espaço para formas particulares de comunicação, enquanto as formas particulares de comunicação contribuíam para materializar e dar forma à esfera pública. A noção de esfera pública burguesa, como argumentou Habermas (1996), recai na suposição de que os cidadãos possuem acesso livre e igualitário à esfera pública.

Os bibliotecários públicos incorporam essa noção de que eles fornecem ao público geral livre acesso à "informação" e conseqüentemente identificam as bibliotecas públicas como parte da esfera pública. Esse é um truísmo amplamente aceito, mas nós raramente ouvimos sobre a participação de bibliotecários na esfera pública através da escrita ou fala sobre assuntos que são relacionados com essa suposta liberdade de acesso à informação.

Considerando que os sistemas de organização do conhecimento exercem um papel na nossa sociedade moderna, nós poderíamos esperar que os críticos que soubessem disso pudessem estar interessados em discutir tais sistemas na esfera pública, revelando suas conseqüências sociais, políticas e culturais. Mas qualquer evidência explícita de tal crítica é, entretanto, invisível, isto é, ainda há de se desenvolver uma maneira de se falar e escrever sobre o papel dos sistemas de organização do conhecimento na sociedade e na cultura. Por falta de um nome mais apropriado, eu devo chamar tal pessoa de crítico da informação (ou “intelectual público”, ver Weisser, 2002) e tal atividade de crítica da informação. Assim, neste artigo eu vou argumentar para uma concepção de bibliotecário como crítico da informação. Começando com uma crítica sobre a falta de crítica da informação, a seguir aponto como deve parecer um crítico da informação, porque ele é necessário e como bibliotecário moderno pode cumprir essa função.


A falta da crítica da informação: a falta de uma disciplina

Os bibliotecários, a biblioteconomia e estudos da informação em geral, sempre tiveram um paradoxal auto-entendimento ou ideologia. Por um lado, eles se vêem como promotores da, por exemplo, democracia, acesso livre e público a informação, coragem civil e alfabetização. Black (2001, p.64; itálico do autor) escreve que

----------
Bibliotecários públicos são especialmente histéricos para exaltar uma correlação natural, como eles vêem, entre sua missão histórica de democratizar a disseminação do conhecimento e a expansão do acesso que a digitalização da informação promete trazer.
----------

Mas a aparente falta de bibliotecários ativos e críticos implica que eles não podem ser vistos como advogados da democracia porque a democracia como uma categoria histórica demanda constante análise e crítica para que evolua e se torne estável. A democracia não é uma dada condição, não importa o quanto de acesso à informação os cidadãos possuem.

Por outro lado, os bibliotecários normalmente promovem a imagem de si próprios como agentes neutros na comunicação social e cultural. Isto é, os bibliotecários afirmam que fazem diferença, mas são neutros a como essa diferença deve ser entendida. Uma razão para invocar neutralidade é, de acordo com Agre (1995, p.225), a ideologia da informação, na qual

----------
serve para posicionar a biblioteconomia como uma profissão neutra, em dois sentidos: (1) bibliotecários minimizam sua participação nas disputas internas de outras comunidades; e (2) biblioteconomia não se define em relação à ideologia de qualquer comunidade particular de usuários.
----------

Se os bibliotecários se orientassem para as literaturas e não a informação, argumenta Agre (1995), eles deveriam estar participando “nas disputas internas de outras comunidades” já que estas fazem uso das literaturas, e a literatura possui uma história e uma estrutura. Com as comunidades sendo constituídas pelas literaturas, elas fazem uso da literatura com sua história e estrutura em mente. Evocando a “informação”, os bibliotecários transcendem a história e estruturas das literaturas e, conseqüentemente, os são incapazes de se definirem “em relação à ideologia de qualquer comunidade particular de usuários”. Será que, se os bibliotecários tivessem que definir eles mesmos em relação à ideologia de comunidades particulares, eles sairiam do armário, se tornando agentes ativos, discutindo em favor de sua posição e ideologia em relação a outras ideologias?

O que tem contribuído para essa atitude supostamente superiora entre os bibliotecários? Partindo deste ponto nós podemos verificar de que tipo de tradição “acadêmica” os bibliotecários são parte ou produto.

A biblioteconomia [*] é o campo que educa os bibliotecários. Generalizando, a biblioteconomia se preocupa com a produção, distribuição e uso do conhecimento registrado, e o papel dos sistemas de organização do conhecimento nessa atividade. A maneira como os bibliotecários pensam, falam, escrevem, lêem e entendem seu campo é, claro, dependente do discurso hegemônico no qual eles estiveram inseridos durante sua educação. Isso é, o discurso prevalecente e escolas de pensamento nos cursos de biblioteconomia formam a ideologia dos bibliotecários. Em grande escala, os currículos e literatura profissional da biblioteconomia são hoje cheios de linguagem técnica e gerencial, e perspectivas e escritas técnicas e gerenciais. Então, Pawley (2003, p.246) diz que “...o estilo prevalecente do discurso da biblioteconomia usa linguagem técnica-administrativa para situar problemas técnicos e de gerenciamento”. Esse estilo de discurso é difundido na literatura na literatura acadêmica e inibe a habilidade do campo de atuar em compartilhamento com outras disciplinas acadêmicas. Cornelius (2003, p.612, ênfase adicionada) entre outros, comenta sobre isso quando diz que

----------
Se a biblioteconomia deve ser reconhecida como um membro constituinte de, digamos, as ciências sociais, então em algum nível nós devemos utilizar a mesma linguagem e casar com os mesmos debates teóricos. Não é como se não houvesse discurso da teoria, método e filosofia nas ciências sociais, ou que tais discussões são irrelevantes para a biblioteconomia.
----------

É vital para a biblioteconomia que se conecte discursivamente com outros campos acadêmicos de modo que isso pavimente o caminho para a biblioteconomia discutir sua relação com a, e papel na sociedade e cultura. Senão, a biblioteconomia se torna um campo flutuante sem significância.

Uma área principal de estudos da biblioteconomia é a organização do conhecimento, uma área cheia de discurso técnico e gerencial. Por exemplo, Andersen (2004, p.41-47) indica a tensão que procedimentos em conferências da sociedade profissional para a organização do conhecimento, ISKO, eram dominados, desde o começo das conferências em 1990, por problemas técnicos e práticos. Recentemente, Mcllwaine (2003) realizou levantamento sobre as tendências na pesquisa sobre organização do conhecimento. Essas “tendências” eram largamente técnicas, preocupadas com sistemas universais, mapeamento de vocabulários, preocupações de interoperabilidade, problemas de fontes, tesauro e representação visual. O levantamento claramente revelou que “tendências” recentes não discutiam ou mesmo questionavam o papel das atividades de organização do conhecimento na sociedade e cultura. A organização do conhecimento não pode agora engajar nesse nível, já que ainda não desenvolveu um discurso que privilegia as necessidades de informação da sociedade e cultura. É a natureza técnica e gerencial do discurso prevalecente da biblioteconomia que torna difícil o engajamento no discurso público. A falta de um discurso socialmente engajado resulta no que Andersen (2004, p.218-219) tem referenciado como “cirurgia informacional”:

----------
Se nós falarmos apenas no senso de técnicas, princípios ou métodos, nós corremos o perigo de apresentar uma imagem da organização do conhecimento para estudantes, pesquisadores e o público que a faz parecer o que poderia ser chamado de “cirurgia informacional”. Isto é, enxergar a organização do conhecimento como uma “cura intelectual” para a sociedade e seus membros e sua interação com sistemas de organização do conhecimento.
----------

Tal visão (“cirurgia informacional”) oculta toda atividade crítica e remove atenção da significância postulada das necessidades culturais e sociais.

Ainda, livros como os de Harter (1986), Lancaster (2002), Large, Tedd e Hartley (2001) e Svenonius (2000) podem ser caracterizados como textos que solidificam o uso da linguagem técnica e gerencial na biblioteconomia no senso de que estes são livros como-fazer, constantemente referindo a técnicas, padrões, princípios, métodos e regras. Se o conhecimento profissional de um indivíduo tem como base tais textos, nenhuma atitude crítica é desenvolvida ou demandada porque estes livros não questionam em nenhum momento o papel da busca por informação ou dos sistemas de organização do conhecimento na cultura e sociedade. Eles não fornecem aos estudantes uma linguagem, um entendimento, um conhecimento que os torna capazes de participar no discurso público, debatendo a funcionalidade e legitimidade desses sistemas. Estes livros apresentam, na melhor das hipóteses, uma ilusão aos estudantes enquanto promovem a impressão de que uma vez que o estudante de especializa em tais técnicas e princípios, ele/a se tornará indispensável para a sociedade. Mas alguém só se torna indispensável quando outros reconhecem a vital relação entre fornecedores de serviços de informação e usuários. Ninguém liga se um bibliotecário se especializou em técnicas particulares ou princípios, porque isso não significa que eles podem fazer diferença na vida do usuário. Para “fazer diferença”, receber o status de ser “indispensável”, é necessário um argumento e argumentar significa estar engajado no discurso. Mas compactuando com tal linguagem técnica desengajada, a biblioteconomia comunica uma atitude para os estudantes que diz: vocês não tem nada a ver com isso; vocês não são participantes desse discurso, simplesmente porque não existe discurso. Ainda, simplesmente invocar técnicas, padrões, princípios e regras para que se justifique uma certa prática não justifica essa prática, e sim esconde atrás da própria da prática. Técnica não é uma identidade, e se você não possui uma identidade, quem poderá identificá-lo para que veja se você faz diferença, que é realmente indispensável? Eu acredito que tal identidade reconhecida só pode ser alcançada quando se participa e direciona questões dentro do contexto de uma esfera pública.

O que está apresentado acima aponta para as razões por que os bibliotecários não se enxergam, e conseqüentemente não atuam, como críticos da informação. O discurso de sua bagagem disciplinar, a biblioteconomia, se preocupa mais com problemas prescritos do que problemas descritivos e analíticos. Durante seu treinamento, os bibliotecários não são introduzidos às teorias, escolas de pensamento, disciplinas acadêmicas e conhecimento necessário para engajar no discurso público simplesmente porque a biblioteconomia se coloca distante da sociedade e da cultura através de seu discurso técnico e gerencial, apesar de o campo claramente não hesitar em expor sua significância social e cultural. Dessa maneira, a biblioteconomia falha em produzir críticos da informação e, conseqüentemente, também falha em desenvolver uma posição crítica em razão dos objetos da disciplina. Na seção, argumentarei para a educação de um novo crítico da informação.


Construindo um crítico da informação

A sociedade é a unidade básica da organização do conhecimento. Possui estruturas e esferas particulares organizadas de acordo com interesses particulares e atividades (Habermas, 1996). Essas têm sido desenvolvidas e moldadas historicamente por um variedade de agentes humanos, e as estruturas e esferas em retorno, moldaram a atividade humana. Então, a sociedade consiste de formas de conhecimento organizado e mediado, que é produzido, distribuído e utilizado por humanos.

Sociedade e sua mediação textual

Organização social GERA
Religião, direito, política, ciência, economia, educação, arte, comércio, indústria e administração, que GERA
Documentos e informação afiliada com instituições que sustentam e mantêm estruturas sociais, poder e influência, que GERA
Produção e distribuição, através de uma variedade de gêneros: livros, artigos, jornais, leis, reportes, memorandos, propaganda, noticiários, panfletos e diferentes situações comunicativas, que GERA
Sistemas de organização do conhecimento


A representação da geração textual e organização na sociedade no esquema acima ilustra as formas do conhecimento organizado e mediado na sociedade. Apesar de o esquema ser apenas um esboço, ele mostra que formas amplas de conhecimento organizado constituem sistemas de organização do conhecimento. A parte da sociedade que mais importa para os bibliotecários é aquela onde o conhecimento ou a informação, materializados em uma variedade de gêneros, circula, e qual papel os sistemas de organização do conhecimento possuem em relação a essa circulação, que implica preocupação com o impacto que a circulação do conhecimento exerce sobre a sociedade. Se esse for o caso, significa que qualquer análise e crítica dos sistemas de organização do conhecimento devem ser direcionadas e compreendidas em relação às formas do conhecimento organizado na sociedade. Os bibliotecários não podem oferecer uma visão dos sistemas de organização do conhecimento isolados das estruturas de comunicação totais da sociedade. A prática da biblioteconomia precisa ser condicionada por um entendimento de como o conhecimento e documentos são organizados socialmente, porque essa organização social estrutura e influencia as possibilidades de organização do conhecimento. Atuando como críticos da informação, os bibliotecários devem demonstrar o que Warnick chamou de “aptidão crítica”, que é

----------
a habilidade de compreender textos, visualizando-os criticamente dentro de um contexto social e textual mais amplo... incluindo a capacidade de olhar sob a superfície do discurso entendendo ideologias e comprometimentos implícitos... (Warnick, 2002, p.6).
----------

Sistemas de organização do conhecimento são também um tipo de texto, pelo menos no senso de que fazem uso de características textuais para representarem e organizarem documentos. Isso significa que eles também estão circulando “dentro de um contexto social e textual mais amplo”. Esse contexto social e textual é o que constitui a funcionalidade dos sistemas de organização do conhecimento enquanto são desenvolvidos como uma resposta para outras atividades textuais organizadas da sociedade, ou seja, os críticos da informação devem se preocupar com a análise de que tipo de influência os sistemas de organização do conhecimento exercem sobre a sociedade, comparados com outros modos de organização do conhecimento expressados através de atividades textuais. A crítica da informação precisa olhar por trás das formas de conhecimento organizado e mediado na sociedade, “a superfície do discurso”, como Warnick (2002) chama, para apontar para como sistemas de organização do conhecimento particulares funcionam, e ver o que motiva formas particulares de conhecimento organizado. Isso deve fornecer aos cidadãos um entendimento de como eles podem aplicar tais sistemas quando procuram por informações ou conhecimento, ou sobre o que eles podem esperar desses sistemas de organização do conhecimento, ou seja, o que cada sistema pode ou não pode fazer.

As bibliografias fornecem um exemplo aqui. A mudança do registro e distribuição do conhecimento impresso para o eletrônico contribui para o desvencilhamento da bibliografia da ampla história de documentos e o seu papel na sociedade. Isso causou uma falta de aviso sobre o papel da bibliografia na sociedade, já que as bases de dados eletrônicas parece ser basear em uma ideologia de desvencilhamento que suplantou a fundação social das bibliografias como documentos com histórias específicas embasadas em atividades sóciopolíticas. Se essa atividade do passado da biblioteconomia não é mais reconhecida e compreendida, se torna difícil conceitualizar, muito menos discutir, o papel dos sistemas de organização do conhecimento em geral, na sociedade e na cultura.

Atuando como críticos da informação, os bibliotecários poderiam contribuir para a desmistificação dos sistemas de organização do conhecimento na esfera pública, discutindo e justificando por que os sistemas de organização do conhecimento, e sua funcionalidade são importantes para o público. Ou seja, a biblioteconomia precisa argumentar que esses sistemas fazem uma diferença dentro da sociedade, e também mostrar como eles afetam nossas atividades profissionais e diárias. Bibliotecários podem e deveriam fazer isso ativamente, atuando como críticos das estruturas de comunicação textualmente mediadas da sociedade.

Uma maneira de fazer isso é revisar e escrever sobre tais sistemas em revistas e jornais públicos, não apenas na literatura de pesquisa. Mas para que isso aconteça, os bibliotecários precisam desenvolver um vocabulário, um discurso, que não é técnico ou gerencial. Os bibliotecários como críticos da informação precisam direcionar e discutir os sistemas de organização do conhecimento na luz sobre o que estes fazem e não fazem na vida das pessoas. Esse diálogo pode contribuir para o desenvolvimento de uma concepção popular de que os sistemas de organização do conhecimento são uma importante - talvez até indispensáveis - parte da sociedade e da cultura. Quando algum dia isso for alcançado, os críticos da informação poderão fazer uma importante contribuição para o entendimento público de como as muitas atividades de organização do conhecimento existentes na sociedade funcionam, e como estas, ao longo do tempo, serviram ou oprimiram os propósitos democráticos. Essa tarefa deverá ser, claro, condicionada por como as atividades de organização do conhecimento são vistas pelos cidadãos os quais ações sociais dependem do acesso ao conhecimento materializado em documentos. Uma maneira de torna-los visíveis é falar sobre eles em um discurso público (ou esfera), para relacionar problemas dos sistemas de organização do conhecimento diretamente com problemas sociais e culturais. Só dessa maneira o público em geral conseguirá reconhecer o valor potencial e funções dos sistemas de organização do conhecimento. Se as pessoas puderem ver que a funcionalidade dos sistemas de organização do conhecimento está conectada com problemas sociais e culturais, então eles poderão compreender porque tais sistemas funcionam da maneira que funcionam, e assim, as pessoas poderão ver que como outros tipos de informação, os sistemas de organização do conhecimento estão sempre fundados em ideologias particulares. Possui uma ideologia particular não é necessariamente ruim. O problema é não ter ciência da presença da ideologia. A responsabilidade social e cultural básica do crítico da informação deve ser informar a sociedade sobre a existência de ideologias implícitas nos sistemas do conhecimento.

Tudo isso diz que analisar os sistemas de organização do conhecimento é muito mais do que meramente “avaliar”, por exemplo, bases de dados ou máquinas de busca e suas capacidades técnicas. Significa colocar a discussão sobre essas entidades em uma crítica da cultura e sociedade atual. Essa não é a primeira vez que tais discussões são propostas. Já foram sugeridas por Campbell (2002), por exemplo, em sua revisão para o livro de Richard Smiraglia A natureza de “um trabalho”: implicações para a organização do conhecimento (2001). Smiraglia argumenta que “o trabalho” é uma construção cultural. Campbell concorda, mas enfatiza que isso implica uma sensibilidade maior “...para os processos sociais que fabricam nossa concepção de “trabalho” (Campbell, 2002, p.109). Entretanto, esses processos não são, Campbell argumenta, articulados em catálogos. Eles são “...encontrados em, ou derivados de , leituras mais profundas e compreensivas da teoria social e cultural...” (Campbell, 2002, p. 109, ênfase adicionada). A chamada de Campbell para leituras da teoria social e cultural para que se entenda o que sistemas de organização do conhecimento como os catálogos articulam, isto é, o que os catálogos fazem, representa outra maneira de enfatizar a significância de estudos conectadas sobre a organização do conhecimento para expandir horizontes teóricos de modo que faça crescer a consciência sobre suas atividades.

O bibliotecário moderno visionado como um crítico da informação é extremamente necessário porque os sistemas de organização do conhecimento, em particular com o crescimento da internet, fazem parte da nossa vida e atividades humanas do cotidiano. Isso significa que nós estamos mais do que nunca dependentes destes sistemas, mas ao mesmo tempo, nós precisamos de uma percepção crítica sobre como tais sistemas funcionam e por que. Senão, nossa dependência se torna uma participação de escravidão, e não ativa. Assim, análises críticas e a crítica sobre a tendência desses sistemas à pretensão de agir como ferramentas naturalizadas são constantemente necessárias, porque eles dão forma à sociedade e cultura, e em retorno, são moldados pela sociedade e cultura. O bibliotecário moderno deve fornecer a crítica das bibliografias, catálogos, enciclopédias, etc. porque essas são suas ferramentas de trabalho, utilizadas diariamente quando se media sociedade e cultura. Dessa maneira, nós podemos considerar o bibliotecário moderno um crítico da informação.


Conclusão

A discussão acima focou na crítica da informação e nos críticos da informação. Eu tenho dito que os bibliotecários não devem ser penalizados por não apresentar uma atitude crítica frente aos sistemas de organização do conhecimento. A raiz está em sei treinamento profissional: a biblioteconomia [LIS]. Esse campo não pode se caracterizado como um campo que participa fortemente junto de outras disciplinas acadêmicas preocupadas com problemas sociais e culturais. Conseqüentemente, a biblioteconomia não compartilha um vocabulário com disciplinas relacionadas. A biblioteconomia se preocupa em criar seu próprio discurso “metafísico” que tende a favorecer o uso da linguagem técnica e gerencial. Tal linguagem não estimula consciência e análise crítica já que se mantêm distante do objeto sobre o que fala. De fato, a linguagem técnica e gerencial se mantêm normalmente em oposição às necessidades básicas humanas, e é mais preocupada em como fazer as coisas, ao invés de descrever e discutir criticamente como essas coisas (por exemplo, sistemas de organização do conhecimento) funcionam ou não. Nesse sentido, os bibliotecários não podem atuar como críticos da informação porque eles não possuem o vocabulário apropriado. A estrutura discursiva dos bibliotecários precisa mudar se eles buscam uma significância social e cultural, que sempre proclamaram possuir. Em outras palavras, se os bibliotecários atuarão como críticos da informação, eles devem engajar e direcionar seus problemas profissionais em relação ao discurso público. Só assim sua significância apropriada poderá ser estimada e reconhecida.

Bibliografia

Agre, P. E. (1995). Institutional Circuitry: Thinking About the Forms and Uses of Information. Information Technology and Libraries, 14(4), pp. 225-230

Andersen, J. (2004). Analyzing the role of knowledge organization in scholarly communication: An inquiry into the intellectual foundation of knowledge organization. Copenhagen: Department of Information Studies, Royal School of Library and Information Science, 2004. x, 257 p. + appendixes. ISBN: 87-7415-278-5. (http://www.db.dk/dbi/samling/phd_dk.htm)

Black. A. (2001). The Victorian information society: surveillance, bureaucracy and public librarianship in nineteenth-century Britain. The Information Society, 17:1, pp.63-80

Campbell, G. (2002). Review of 'The nature of "a work": Implications for the Organization of Knowledge' by Richard P. Smiraglia. Lanham, MD: Scarecrow Press, 2001. Knowledge Organization, 29(2), pp. 107-109

Cornelius, I. (2003). Review of 'Current Theory in Library and Information Science', issue of Library Trends, edited by William E McGrath. Journal of Documentation, vol. 59, no. 5, pp. 612-615

Gerhart, S. L. (2004). Do Web search engines suppress controversy? First Monday, vol. 9, no. 1 (http://firstmonday.org/issues/issue9_1/gerhart/index.html)

Habermas, J. (1996 [1962]). Structural Transformation of the Public Sphere: An Inquiry Into a Category of Bourgeois Society. Translated by Thomas Burger with assistance of Frederick Lawrence

Harter, S. P. (1986). Online Information Retrieval: Concepts, Principles and Techniques. Academic Press

Lancaster, F. W. (2003). Indexing and Abstracting in Theory and Practice. London: The Library Association. 3rd Edition

Large, A., Tedd, L. A. & Hartley, R. J. (2001). Information Seeking in the Online Age: Principles and Practice. K. G. Saur Verlag

McIlwaine, I. C. (2003). Trends in knowledge organization research. Knowledge Organization, 30(2), pp. 75-86

Pawley, C. (2003). Information literacy: a contradictory coupling. Library Quarterly, vol. 73, no. 4, pp. 422-452

Svenonius, E. (2000). The Intellectual Foundation of Information Organization. (1st ed). Cambridge, Massachusetts, and London: MIT Press.

Warnick, B. (2002). Critical Literacy in a Digital Era: Technology, Rhetoric and the Public Interest. Lawrence Erlbaum Associates

Weisser, C. R. (2002). Moving Beyond Academic Discourse. Composition Studies and the Public Sphere. Southern Illinois University Press


Jack Andersen
tradução de Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
______________________________

[*] O texto original refere-se a LIS, Library and Information Studies. [EL]

ANDERSEN, Jack. Crítica da informação: onde está?. ExtraLibris, 2006. Disponível em: <http://academica.extralibris.info/teoria_da_info/critica_da_informacao_onde_est.html>. Acesso em: 09 maio 2006.

 

Texto retirado do site http://extralibris.info/  

Original: ANDERSEN, Jack. Information criticism: where is it? Progressive librarian, 2005. Disponível em: <http://libr.org/pl/25_Andersen.html>. Acesso em: 09 maio 2006.

Segundo um estudo feito pela União Internacional de Telecomunicações – órgão da ONU -, o Brasil ocupa apenas a 71ª posição entre as 180 economias mais adaptadas às novas tecnologias de comunicação. Nesse dado, devemos mencionar também os contrastes nacionais existentes, pois a região Sudeste apresenta os mesmos níveis de países ricos e parte da população do Norte e Nordeste jamais teve acesso a um computador. Além da questão do acesso, outros itens importantes são os preços da ligação de celular, os de telefonia fixa, o acesso à internet, o preço da banda larga, etc. A utilização desses bens e serviços leva em conta o poder aquisitivo da população e o nível educacional, o que justifica a exclusão de parte importante da população na sociedade da informação.

Na verdade, o Governo anterior entendeu que sociedade da informação era a informatização da sociedade. Entendeu também que a solução para a inclusão digital seria a distribuição de computadores. Baseado nessa filosofia, milhões de computadores foram distribuídos, principalmente para as escolas públicas, sem nenhum programa de capacitação ou monitoramento. Até hoje não se tem os indicadores de impacto social de tamanho investimento.

Está cada vez mais claro que não basta distribuir computador, assim como não basta distribuir livros. No caso específico do livro, todos os anos são enviados centenas de títulos e milhares de exemplares do livro didático e, na verdade, não temos ainda um público leitor e a grande maioria dos alunos do ensino secundário não consegue interpretar o texto lido.

Os países que se adaptaram facilmente às novas tecnologias de informação e comunicação são os que possuíam tradicionalmente estruturas de informação e comunicação. Essas estruturas são representadas, em primeiro lugar, pela questão dos conteúdos, pois possuem indústrias de produção de conteúdos cujo forte componente é a indústria editorial e a produção científica.

Outro fator decisivo é a estrutura informacional representada pelas bibliotecas infantis, escolares, públicas ou universitárias e pelos centros de documentação e informação. Os veículos de comunicação de massa exercem um papel importante não somente na formação da opinião pública, como também na formação da cidadania, principalmente para os imigrantes.

Alguns países em desenvolvimento se aproveitaram da revolução tecnológica e deram um grande salto no processo de desenvolvimento. Os exemplos mais conhecidos são Cingapura, Irlanda e a região de Extremadura, na Espanha. Basicamente realizaram melhorias no sistema educacional copiando, por meio do Benchmarking, os modelos de sucesso na educação, utilizando em larga escala o software livre e metodologias de alfabetização em informação, alfabetização digital e mediação da informação.

No caso brasileiro, devemos levar em conta que o acesso não é tão importante quanto a compreensão. As pessoas excluídas da sociedade da informação têm de levar em conta que a compreensão e o acesso às tecnologias de informação e comunicação são importantes para combater o desemprego e melhorar a qualidade de vida.

Os programas promovidos pelo governo, iniciativa privada e terceiro setor devem levar em consideração que não basta distribuir computador ou simplesmente disponibilizá-lo. Deve haver um investimento na capacitação, no monitoramento e na avaliação, principalmente nos indicadores de impacto social.

Como parte importante da população brasileira se utiliza apenas da informação oral - e por isso muitas vezes torna-se objeto de manipulação pelo poder existente -, e não da bibliográfica e da tecnológica, é de extrema importância a utilização de metodologias de mediação da informação.

Juntamente com o programa de capacitação, a metodologia de mediação da informação demonstra que a auto-estima é proveniente da capacidade de buscar informação e de, agregando valor à informação, transformá-la em conhecimento. A referida metodologia se utiliza também do processo de identidade cultural, da formação da cidadania e, num estágio mais avançado, da formação de usuários críticos, ou seja, usuários produtores de conteúdos e não simplesmente consumidores de conteúdos disponíveis pelas tecnologias de informação e comunicação.

 

ATENÇÃO
O conteúdo dos artigos é de responsabilidade do autor e expressa sua visão sobre assuntos atuais. Os textos podem ser reproduzidos em qualquer tipo de mídia desde que sejam citados os créditos do autor. Edições ou alterações só podem ser feitas com autorização do autor.

Emir José Suaiden
Professor Titular da UnB
 
Mais uma notícia trágica: a Livraria Nobel do Pátio Brasil vai fechar e todo seu estoque, cerca de 20.000 livros, serão vendidos com grandes descontos. Nos últimos anos nos acostumamos a ouvir essas notícias e devemos expressar a nossa indignação, pois já perdemos dezenas de livrarias como a Casa do Livro, a Brasiliense, e outras.
Para um país como o Brasil, que tem número reduzido de livrarias uma nova tragédia anunciada significa que o prejuízo não é só do proprietário da livraria.

Todos estão perdendo, pois quando morre uma livraria, morre também a grande esperança brasileira de um dia ter público leitor.
Morre o acesso à informação, pois a livraria demarca um ponto cultural de acesso à informação e ao conhecimento.
Morre a nossa expectativa de independência e soberania. No ano passado produzimos poucas patentes e, na verdade, os grandes produtores de patentes são os países que valorizam o livro, a leitura e conseqüentemente as livrarias.
Morre a esperança do ensino com qualidade, pois somente o livro pode melhorar a qualidade do ensino no Brasil e acabar definitivamente com a pesquisa baseada na cópia ou com control c e control v.
Morre a esperança de um dia acabarmos com as desigualdades sociais, pois o livro é o instrumento democrático que pode incluir grande massa da população brasileira na sociedade da informação.
Morre o sonho de acabarmos com a violência, pois os lugares onde há livraria e leitura são lugares onde não há violência e a insegurança.
Morre a esperança de reduzirmos o desemprego, pois jamais se ouviu falar que um leitor crítico está desempregado.
Morre o processo de construção da cidadania, pois hoje o que assegura a noção dos direitos e deveres na sociedade  é a compreensão e o livre acesso à informação.
Morre a esperança de milhares de autores de receberem os direitos autorais.
Morre a esperança de acabarmos com a desinformação e principalmente com a manipulação da informação na formação da opinião pública, tão freqüente no período eleitoral.
Morre a esperança da melhoria da produção científica brasileira.
Morre um pouco da memória brasileira, já tão dispersa e tão concentrada na Library of Congress em Washington -DC
À medida que as livrarias morrem, adquirem sobrevida os inimigos da democracia, os defensores do livro didático único e os defensores do livro como instrumento de colonialismo cultural.
Na extraordinária obra A Biblioteca de Babel, falando de livros e bibliotecas, Jorge Luis Borges afirma o seguinte: “Suspeito que a espécie humana, a única, será extinta e que a biblioteca permanecerá: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorrompível, secreta”.
Umberto Eco afirma que a situação conhecida como cultura de massas tem lugar no momento histórico em que as massas entram como protagonistas na vida social e participam das questões públicas. Efetivamente, podemos dizer que grande parte da população da América Latina não participa das questões públicas por desconhecimento dos seus direitos e deveres na sociedade. Para participar é necessário estar informado. A carência de livrarias, bibliotecas públicas, o analfabetismo e a desnutrição infantil impedem que estas populações tenham acesso à informação.

 

ATENÇÃO
O conteúdo dos artigos é de responsabilidade do autor e expressa sua visão sobre assuntos atuais. Os textos podem ser reproduzidos em qualquer tipo de mídia desde que sejam citados os créditos do autor. Edições ou alterações só podem ser feitas com autorização do autor.

Segunda, 28 Agosto 2006 11:05

- Informativo - ABDF

Escrito por

informbaixe agora o novo informativo da ABDF.

pdf Notícias da ABDF 293.11 Kb

JULHO - 2012

  • Dia 04 – Fórum: Bibliotecas Públicas na Capital da Leitura – Realização: ABDF, CRB-1 e Biblioteca Nacional de Brasília
  • Dia 09 - Reunião Plenária do CRB-1

 

JUNHO - 2012 

  • Dia 05 - Reunião Ordinária da Diretoria da ABDF
  • Dia 11 – Reunião Plenária do CRB-1
  • Dia  – 13 a 15 – II EUSEER – Encontro Nacional de Usuários do Sistema de Editoração Eletrônica de Revistas: Realização: IBICT e ABDF
  • Dia 14 – Festa Junina dos Bibliotecários – Festa Oficial do II EUSEER – Realização: ABDF

 

MAIO - 2012 

  • Dia 08 - Reunião Ordinária da Diretoria da ABDF
  • Dia 09 – Posse do Diretor da Biblioteca Nacional de Brasília – Yuri Barquette
  • Dia 14 - Reunião Plenária do CRB-1
  • Dia  22  – Reunião da Comissão Organizadora da Festa Junina

 

ABRIL - 2012 

  • Dia  23 – Apresentação dos Projetos do Ministério da Cultura no âmbito do Plano Nacional do Livro e  Leitura (PNLL)
  • Dia  24 – Inauguração das Instalações da Biblitoteca Edmundo da Fontoura Gastão - EMBRAPA
  • Dia 28 - Curso de Biblioteconomia para Concursos – Ministrado Por Gustavo Henn

 

MARÇO - 2012 

  • Dia 05 – Reunião Plenária do CRB-1
  • Dia 07  – Encontro de Bibliotecários do DF com Molly Raphael, presidente da Associação Americana de Bibliotecários – ALA – 10h – Local: IRC/Thomas Jefferson
  • Dia 07 –  Palestra: Liderança em Bibliotecas para o Século XXI – 16h – INTERLEGIS. Palestrante: Molly Raphael, presidente da Associação Americana de Bibliotecários - ALA
    Promoção: Embaixada dos EUA, Centro de Informação e Pesquisa, Biblioteca do Senado
  • Dia 07 -  Abertura da Exposição: “Obrigado, Brasília”. Homenagem à comunidade de Brasília que doou livros para o “Projeto Bibliotecas Casa do Saber” - Promoção: Empresa Gasol de Combustíveis e Biblioteca do Senado - Local: Biblioteca do Senado
  •  Dia 12 - Evento comemorativo ao Dia do Bibliotecário. Local: Auditório da Presidência da República. Instituições participantes: Biblioteca da PR, CFB, FEBAB, CRB-1 e ABDF;
  • Dia 16 – Mesa redonda: “Leitura: sua importância e necessidade”  em comemoração ao dia do Bibliotecário. Promoção: Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Biblioteca
  • Dia 16 – Festa dos Bibliotecários 2012 – Promoção: CRB-1 e ABDF
  • Dia 19 - Reunião Ordinária da Diretoria da ABDF
  • Dia 19 - Evento: Políticas de Desenvolvimento de Coleções: Estudos de Caso - Promoção STJ e Câmara dos Deputados
  • Dia 26 – Sessão Solene alusiva ao Dia do Bibliotecário – Dep. Joe Valle
  • Dia 28 - II Seminário Retratos da Leitura no Brasil
  • Dia 29 - Lançamento do livro: Legislação do Livro e da Leitura - Palestra: O livro e a Leitura numa Sociedade Digital: impasses e perspectivas - Palestrante: Aníbal Bragança, autor premiado pelo Prêmio Jabuti 2011 - Promoção: Câmara dos Deputados
  • Dia 30 - Lançamento do livro eletrônico: LETRAMENTO INFORMACIONAL: PESQUISA, REFLEXÃO E APRENDIZAGEM – Autora:  Kelley Cristine Gasque – Promoção : FCI/UnB

 

FEVEREIRO - 2012 

  • De 01 a 10  – Curso de CDU com  Profº Sebastião
  • Dia 06 – Reunião Plenária do CRB-1
  • Dia 10 –  Visita a ABDF da Diretora do Information Resource Center da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil
  • Dia 13 - Reunião Ordinária da Diretoria da ABDF
  • Dia 28 -  Reunião da Comissão Organizadora dos Eventos alusivos ao dia do Bibliotecário 2012 na Biblioteca da Presidência da República – ABDF, CRB1 e PR

 

JANEIRO - 2012 

  • Dia 09  – Reunião Ordinária da Diretoria da ABDF
  • Dia 25 -  Reunião da Comissão Organizadora dos Eventos alusivos ao dia do Bibliotecário 2012 na Biblioteca da Presidência da República – ABDF, CRB1 e PR 
  • Dia 31 – Curso de CDU com  Profº Sebastião

 

DEZEMBRO - 2011


  • Dia 1 – Participação na inauguração do acervo aberto e sala de leitura da Biblioteca da Câmara Federal.  
  • Dia 5 – Reunião de transição das diretorias da ABDF.  
  • Dia 09 – Participação na posse da diretoria do CRB1.
  • Dia 13 – Participação na reunião na Biblioteca da Presidência sobre a Dia do Bibliotecário.
  • Dia 14 – Reunião no CRB1  
  • Dia 15 – Almoço com o Dep. Policarpo e a Subsecretaria de Cultura do GDF, Ivanna, sobre a indicação de nomes para a BNB  
  • Dia 15 – Participação na inauguração do Centro de Documentação e Informação Afro-Brasileira da Fundação Palmares
  • Dia 20 – Reunião na BCE/UnB sobre o Dia do Bibliotecário

NOVEMBRO - 2011 

 
  • Dia 11 – Abertura da Feira do Livro de Brasília 
  • Dia16 – Visita a Biblioteca do Senado com funcionários da Biblioteca de Cascavel, CE 
  • Dia 18  - Visita a Biblioteca da Escola de Ensino Fundamental, da 306 Norte com funcionários da Biblioteca de Cascavel, CE 
  • Dia 22 – Visita à Biblioteca do IBICT verificar doação de livros para a ABDF 
  • Dia 22 – Participação na sessão de homenagem  a Câmara do Livro de Brasília pelos 30 anos da Feira do Livro 
  • Dia 23 – Participação de palestra na BDB 
  • Dia 24 – Participação no Café da Manhã oferecido pela empresa Pergamum e apresentação do soft 
  • Dia 24 – 1ª Reunião na Biblioteca da Presidência para discutir as comemorações do Dia do Bibliotecário  
  • Dia 25 – Eleição na ABDF 
  • Dia 25 -  Reunião na FCI/UnB fechamento do XII ENANCIB 
  • Dia 25 – Participação em  lançamento de livro FNAC 
  • Dia 28 – Participação em reunião do CRB1 
  • Dia 29 – Participação em palestra no Instituto Cervantes, sobre o tema bibliotecas comunitárias

OUTUBRO - 2011  


  • Dia 03 – Últimos preparativos para a montagem do espaço de lançamento de livros no XII ENANCIB
  • Dia 04 – Participação no lançamento da Frente Parlamentar em Defesa das Bibliotecas Públicas, Câmara Federal
  • Dia 04  - Participação na missa de sétimo dia pelo falecimento do  profº Robredo
  • Dia 05 – Reunião da ABDF
  • Dia 07 – Visita a Central de Triagem do Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 08 – Reunião com a ABG/GO, sobre o Pacto pela Biblioteconomia e parceria entre as entidades de classe
  • Dia 11 – Reunião com o administrador de Águas Claras/DF, para pedir apoio para a biblioteca pública da cidade
  • Dia 11 – Reunião com a Gerência de Bibliotecas Públicas/GDF, sobre o Seminário de Bibliotecas Públicas
  • Dia 11– Participação na reunião do CRB1
  • Dia 18 -  Participação, no Senado Federal, de Sessão em comemoração aos 200 anos da Biblioteca Nacional/RJ e abertura da exposição comemorativa na Biblioteca do Senado
  • Dia 19 – Participação na reunião sobre o Seminário de Bibliotecas Públicas/GDF, na BNB
  • Dia 21 – Inauguração das Obras feitas pela Gasol no IHGDF
  • Dia 23 – Participação da abertura do XII ENANCIB, no Museu da República
  • Dia 24 – Participação na solenidade de descerramento da placa da Biblioteca Paulo Bertran  na Câmara Legislativa
  • Dia 25 – Participação da reunião das entidades de classe, sobre o Pacto pela biblioteconomia Brasileira
  • Dia 28 – Início de mais um curso de Auxiliar de Biblioteca nível I

SETEMBRO - 2011  


  • Dia 01 – Audiência no Gabinete do Senador Rodrigo Rollemberg, para buscar apoio para as bibliotecas públicas do DF
  • Dia 08 – Participação no Colóquio Internacional E-Book e o futuro das bibliotecas: evolução ou revolução?
  • Dia 19  -  Reunião com a Comissão organizadora do XII ENANCIB/FCI/UnB
  • Dia 21 – Reunião com a Comissão Organizadora do XII ENANCIB
  • Dia 23 – Reunião com a Rome Eventos sobre a Exposição do Projeto Bibliotecas Casa do Saber Saber
  • Dia 24 – Coordenação da montagem da biblioteca de Vargem Bonita/DF
  • Dia 27 – Reunião com a Diretoria do Livro e Leitura/GDF
  • Dia 28 – Inauguração da 100 ª  biblioteca do projeto, Biblioteca de Vargem Bonita/DF  – Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 29 – Reunião na Gasol, Projeto Bibliotecas Casa do Saber

AGOSTO - 2011  


  • Dia 01 – Reunião com a Comissão organizadora do XII ENANCIB/FCI/UnB
  • Dia 02 -  Reunião com a Comissão organizadora do XII ENANCIB/FCI/UnB
  • Dia 02 – Visita a Vargem Bonita – Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 04 – Inauguração de Biblioteca Escolar na Escola Classe da 312N – Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 05 - Reunião na FCI/UnB sobre o XII ENANCIB
  • Dia 05 – Inauguração da Exposição  “Um século de viagens de presidentes dos EUA a Brasília”  na Biblioteca do IRC/EUA
  • Dia 08 – Inauguração na Creche da LBV, Biblioteca Paiva Neto – Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 10, 11 e 12 – Participação de curso ,na cidade do Panamá, promoção IFLA
  • Dia 17 – Primeiras providências para a montagem do Café da Informação no XII ENANCIB
  • Dia 17 – Participação em reunião mensal do CRB1
  • Dia 18 – Inauguração de biblioteca escolar, na área rural de Cachoeirinha/DF – Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 23 – Inauguração de biblioteca escolar no Centro de Educação Fundamental 01 – Taguatinga – Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 24 – Participação no almoço de boas vindas da nova Coordenadora do IRC/EUA

JULHO - 2011

  • Dia 04 - Encontro com  bibliotecárias do Instituto Cervantes de Brasília
  • Dia 11 - Visita à Biblioteca do CNPQ para identificar e escolher doações para o Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 11 - Participação na reunião do CRB1
  • Dia 28 - Reunião na FCI/UnB sobre o XII ENANCIB

JUNHO - 2011

  • Dia 02 - Visita  de avaliação da Biblioteca da Escola Classe da 312 Norte pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 06 - Reunião na Faculdade de Ciência da Informação/UnB (FCI/UnB) sobre o XII ENANCIB
  • Dia 08 - Visita ao Presídio Feminino para tratar do Concurso de Redação, promovido pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 13 - 2ª reunião na FCI/UnB sobre o XII ENANCIB
  • Dia 13 - Participação na reunião do CRB1
  • Dia 15 -Inauguração da biblioteca do Centro de Ensino Fundamental nº 28 do Sol Nascente/Ceilândia/DF
  • Dia 16 - Reunião na FCI/UnB, com o Conselho Federal de Biblioteconomia, sobre o curso de Biblioteconomia à distância
  • Dia 17 - Reunião na FCI/UnB sobre o XII ENANCIB
  • Dia 28 - Solenidade no Teatro Nacional de BSB de entrega, a presidente da ABDF, de diploma da Academia Brasileira de Honrarias ao Mérito,  pelo seu trabalho voluntário no projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 29 - Participação no lançamento de livro do escritor Affonso Romano de Sant'Anna, na BDB

MAIO - 2011 

  • Dia 04 - Participação em palestra na BDB, no grupo de Atualização da Mulher
  • Dia 09 - Reunião na EMBRAPA para definir a parceria no curso Livro Raro
  • Dia 09 - Reunião com a Secretária de Educação do GDF. A convite do SEDF a ABDF como coordenadora técnica do Projeto Bibliotecas Casa do Saber, apresentou sugestões para o estabelecimento de uma rede de bibliotecas escolares
  • Dia 10 - Participação na comemoração dos 185 anos da Biblioteca do Senado, no auditório do Interlegis
  • Dia 10 - Participação no lançamento do catálogo de Obras Raras da Biblioteca do Senado
  • Dia 18 -Visita ao Centro de Educação Infantil nº 1 em Taguatinga, dentro do Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 23 - Visita à Associação dos Moradores do  Park Way, Vargem Bonita, dentro do projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 26 - Inauguração da biblioteca do Jardim de Infância da 314 Sul, dentro do projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 30 - Visita ao Espaço de Arte Ecco dentro do projeto Bibliotecas Casa do Saber

ABRIL - 2011

  • Dia 05 - Visita de avaliação da Biblioteca Pública de Riacho Fundo I, beneficiada pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 06 - Visita de avaliação a Biblioteca do Programa Social dos Fuzileiros Navais - Vila Planalto, beneficiada pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 08 - Visita na Escola Classe 302 Norte, para ser beneficiada pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 18 - Participação na reunião do CRB1
  • Dia 19 - Visita no Centro Educacional do PAD/DF, para ser beneficiada pelo- Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 20 - Visita a Vargem Bonita, núcleo rural, para ser beneficiada pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber


MARÇO - 2011
 

  • Dia 15 - Inauguração da Biblioteca do Centro de Ensino Fundamental Cerâmicas Reunidas Dom Bosco, em Planaltina/DF,Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 22 - Início das comemoração pelo Dia do Bibliotecário, evento na Presidência da República.
  • Dia 23 - Programação oficial do Dia do Bibliotecário no Superior Tribunal de Justiça
  • Dia 24 - Palestra na Biblioteca Demonstrativa de Brasília, dentro da programação do Dia do Bibliotecário
  • Dia 29 - Video Conferência no auditório da Biblioteca do UniCeub, programação do IRS/EUA, dentro da programação do Dia do Bibliotecário
  • Dia 30 - Inauguração de Biblioteca dentro da Feira dos Importados, SIA/DF, Projeto bibliotecas Casa do Saber

FEVEREIRO - 2011
 

  • Dia 08 - Reunião na Biblioteca da Presidência da República para iniciar as providências da comemoração do Dia do Bibliotecário
  • Dia 08 - Ida à central de triagem do Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 11 - Visita ao Programa Arca das Letras do MDA. Firmar parceria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 21 - Início curso de Auxiliar de Biblioteca com duas turmas: manhã e noite. Presença de 29 alunos
  • Dia 23 - Inauguração de biblioteca escolar em Centro de Ensino no Cruzeiro, BSB beneficiada pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 28 - Reunião na biblioteca da Presidência para as últimas providências das comemorações do Dia do Bibliotecário


JANEIRO - 2011

  • Dia 07 - Participação na convocação da Secretaria de Cultura para dar início as discussões sobre a política de cultural para os segmentos biblioteca, livro e leitura
  • Dia 10 - Ida à central de triagem do Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 17 - Participação na reunião do CRB1. Apresentação do resumo das atividades da ABDF em 2010
  • Dia 20 - Participação na inauguração do Centro de Documentação de Informação Museológica do IBRAM
  • Dia 31 - Reunião com a Fundação Astrojildo Pereira sobre o assesoramento ao projeto de criação de bibliotecas comunitárias

DEZEMBRO - 2010

  • Dia 01 - Participação no Workshop Internacional em Ciência da Informação - FCI/UnB
  • Dia 02 - Participação em homenagem a personalidades na Associação Comercial do DF
  • Dia 03 - Participação em reunião de coordenação do Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 07 - Visita a área rural Cerâmicas Reunidas, Paranoá, pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 08 - Participação na inauguração da Biblioteca da Escola de Meninos e Meninas do Parque da Cidade/ Projeto Bibliotecas Casa do Saber 
  • Dia 10 - Participação na inauguração da Biblioteca Comunitária Rui Barbosa em Sobradinho/Projeto Bibliotecas Casa do Saber 
  • Dia 10 - Participação nas comemorações dos dois anos da BNB
  • Dia 11 - Reunião da diretoria da ABDF e confraternização de fim de ano
  • Dia 13 - Participação nas comemorações de aniversário da BDB
  • Dia 14 - Lançamento do Livro do profº Murilo, na Biblioteca do Senado
  • Dia 16 - Participação no encerramento do ano letivo e formatura da Escola dos Meninos e Menidas do Parque da Cidade
  • Dia 17 - Visita a área rural de São Sebastião pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber
  • Dia 21 - Reunião de confraternização do projeto bibliotecas Casa do Saber


NOVEMBRO - 2010

  • Dia 09 - Participação no Encontro Nacional do Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, Câmara Federal.
  • Dia 12 - Visita de avaliação do projeto Bibliotecas Casa do Saber em Ceilândia.
  • Dia 16 - Participação nos Seminários III SII e da III CIIDS do IBICT.
  • Dia 17 - Participação nos Seminários III SII e da III CIIDS do IBICT.
  • Dia 18 - Participação nos Seminários III SII e da III CIIDS do IBICT.
  • Dia 18 - Visita à Biblioteca do Senado com participantes do III CIIDS.
  • Dia 19 - Participação nos Seminários III SII e da III CIIDS do IBICT.
  • Dia 19 - Participação na inauguração da Biblioteca do Centro de Internamento e Reeducação da Papuda.
  • Dia 24 - Participação de Comissão de Avaliação do MINC.
  • Dia 25 - Participação de Comissão de Avaliação do MINC.
  • Dia 26 - Participação de Comissão de Avaliação do MINC.


OUTUBRO - 2010

  • Dia 01 - Acompanhamento da montagem da  29ª Feira do Livro de Brasília.
  • Dia 02 - Participação na reunião com a equipe de comunicação da Feira do Livro.
  • Dia 04 - Reunião com a vice governadoria do GDF - assunto Feira do Livro/2010.
  • Dia 05 - Entrevista para a Rádio Nacional - Assunto Feira do Livro/2010.
  • Dia 06 - Reunião com a Sec. de Educação do GDF - Assunto Feira do Livro/2010.
  • Dia 07 - Entrevista ao Jornal de Brasília e ao Programa do Geovane na Rádio Nacional FM - Assunto Feira do Livro/2010.
  • Dia 08 - Participação na abertura da 29ª Feira do Livro de Brasília.
  • Dia 11 a 15 - Participação em lançamentos, palestras, oficinas, shows musicais, teatro na Feira do Livro/2010.
  • Dia 13 - Entrevista a Revista Coletivo e ao Jornal Correio Braziliense - Assunto Feira do Livro/2010.
  • Dia 17 - Participação no encerramento da Feira do Livro/2010.
  • Dia 18 a 25 - Curso auxiliar de Biblioteca duas turmas, matutino e noturno. 
  • Dia 20 - Visita ao Repertório Institucional da UnB e entrega de autorização para inclusão de obras editadas pela ABDF.
  • Dia 21 - Participação em jantar solidário do Movimento Maria Cláudia pela Paz, em prol de orfanatos de meninas.
  • Dia 25 - Visita à Escola Classe Parque Sol Nascente, em  Valparaiso a ser beneficiada com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.

SETEMBRO - 2010

  • Dia 01 - Participação na inauguração da Biblioteca da Escola de Ensino fundamental Café Sem Troco, área rural de Planaltina.
  • Dia 03 - Reunião no TJDF, assunto II SNDIJ.
  • Dia 08 - Reunião Allumini, assunto 29ª Feira do Livro de Brasília.
  • Dia 09 - Participação na inauguração da Biblioteca da Escola Capão Seco, área rural de Planaltina.
  • Dia 17 - Reunião com Cleide, do Programa Arcas das letras, do MDA, assunto Feira do Livro.Visita técnica
  • Dia 20 - Inauguração da Biblioteca da Estação Rádio da Marinha, área de Santa Maria.
  • Dia 22 - Participação na reunião do CRB1.
  • Dia 23 - Visita técnica à Biblioteca do IHGDF, beneficiada com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.
  • Dia 24 - Participação na homenagem ao Cel. Afonso Heliodoro no HIGDF.
  • Dia 28 - Reunião na Allumini com o pessoal da Comunicação de, assunto Feira do Livro.
  • Dia 30 - Assessoramento técnico na Escola Classe 104 Norte, que foi beneficiada pelo projeto Bibliotecas Casa do Saber.

AGOSTO - 2010

  • Dia 02 - Visita à ABDF da candidata distrital Liliane Roriz para conhecer as reivindicações sobre serviços bibliotecários para BSB.
  • Dia 04 - Visita da ABDF à biblioteca do IHG/DF pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber.
  • Dia 09 - Início do Curso de Auxiliar de biblioteca.
  • Dia 11 - Visita ao Setor de Recortes de Jornais, da biblioteca do Senado, com alunos do Curso de Auxiliar de Biblioteca.
  • Dia 16 - Visita à ABDF da candidata a distrital, prfª Thelmy para conhecer as reivindicações sobre serviços bibliotecários, para BSB.
  • Dia 17 - Palestra para alunos da FCI/UnB sobre o importância do movimento associativo.
  • Dia 17 - Participação na inauguração da Biblioteca do IHG/DF pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber.
  • Dia 20 - Reunião do II SNDIJ.
  • Dia 25 - Reunião na Biblioteca do UniCeub, solicitação de parceiria para a realização de cursos.
  • Dia 26 - Participação na inauguração da Biblioteca Escola Classe da Estrutural pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber.
  • Dia 27 - Participação na reunião com a candidata a distrital Eliana Pedrosa, apresentando as reivindicações para serviços bibliotecários, para BSB.

JULHO - 2010

  • Dia 6 - Visita técnica à Escola Classe na Ceilândia, Sol Nascente, pela parceiria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.
  • Dia 7 - Visita técnica à Estação de Rádio da Marinha, pela parceiria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.
  • Dia 8 - Visita técnica à Escola Classe na Estrutural, pela parceiria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.
  • Dia 12 - Visita técnica ao IHG/DF, pela parceiria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.
  • Dia 19 - Presença na Reunião no CRB1.
  • Dia 21 - Visita técnica à Escola classe na área rural, Capão Seco, pela parceria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.
  • Dia 23 - Visita técnica ao Centro de Internação na Papuda, pela parceiria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.
  • Dia 27 - Presença na palestra História da Documentação na Faculdade de Ciência da Informação/UnB.
  • Dia 27 - Presença na palestra do Ciclo de Palestras da BNB: Etiqueta profissional, no auditório do Museu da República.
  • Dia 30 - Presença na reunião de organização do II SNDIJ, no TJDF.
  • Dia 30 - Reunião com a diretoria da ABDF. 


JUNHO - 2010

  • Dia 9 - A ABDF participou da inauguração da 72ª Biblioteca Cora Coralina do Projeto Bibliotecas Casa do Saber, no Centro de Ensino Fundamental Tamanduá na Zona
  • Rural do Gama.
  • Dia 10 - A ABDF participou da Assembléia da FEBAB, em São Paulo e da reunião de escolha da sede do XXIV CBBD/2011.
  • Dia 11 - A ABDF participou do lançamento da 2ª edição da AACR2, em São Paulo.
  • Dia 16 - A ABDF participou da inauguração da 73ª Biblioteca Recanto do Saber, do Projeto Bibliotecas Casa do Saber, no Centro de Detenção Provisória, em Planaltina,
  • DF.
  • Dia 22 - A ABDF participou da inauguração da 74ª Biblioteca Maria Helena, do Projeto Bibliotecas Casa do Saber, na Escola Classe Sítio das Araucárias, na Zona Rural
  • em Sobradinho, DF.
  • Dia 26 - A ABDF realizou o curso Excelência no atendimento em bibliotecas, com a bibliotecária Luciana Nahuz.


MAIO – 2010

  • Dia 03 - início do curso Auxiliar de Biblioteca nível I
  • Dia 05 - inauguração da 68ª  biblioteca do Projeto Bibliotecas Casa do Saber, Biblioteca Casa dos Sonhos, da Escola Classe do SRIA/SI
  • Dia 06 - 3ª reunião de organização do II SNDIJ
  • Dia 10 - Visita ao Cantinho de Leitura na BDB, espaço de leitura dedicado as crianças
  • Dia 12 - participação no aniversário da Biblioteca do TRF 1ª Região
  • Dia 20 - participação no II Seminário do Livro e Leitura no Brasil, na Câmara Federal
  • Inauguração da 69ª  biblioteca do projeto Bibliotecas Casa do Saber, Biblioteca Maria Cláudia Del'Isola do Instituto Nossa Senhora da Piedade, Lago Sul
  • Dia 24 - participação na abertura da Exposição Arte em Mosaico na BDB
  • Dia 25 - participação na palestra do Profº Murilo Bastos Cunha, na BNB, sobre Bibliotecas Digitais
  • Dia 26 - participação de coquetel de abertura do acervo do IRS/EUA ao empréstimo
  • Dia 27 – inauguração da 70ª  biblioteca do Projeto Bibliotecas CIAP, Planaltina
  • Dia 31 – apresentação da Biblioteca digital do STF

ABRIL - 2010

  • Dia 05 - 1ª  reunião sobre a organização dos eventos do IBICT
  • Dia 07 – inauguração da 66ª biblioteca do projeto Bibliotecas Casa do Saber  Centro de Convivência dos Idosos, Varjão
  • Dia 08 - inauguração da 67ª  biblioteca do projeto Bibliotecas Casa do Saber, Biblioteca Carmela Patti Salgado, na Associação Social do Planalto, Asa Sul
  • Dia 13 -  acompanhamento da votação do PL sobre universalização de bibliotecas nas Escolas, Senado Federal
  • Dia 14 -  acompanhamento da Cavalgada do Saber, na Escola Rural de Ensino Fundamental do Cariru/Planaltina
  • Dia 20 - participação da inauguração do 6º Painel de Poesia em Mosaico, na BDB
  • Dia  23 - Reunião da diretoria da  ABDF
  • Dia 27 -  participação no CID/UnB de homenagem a Cassiano Nunes, ao profº Edson Nery e comemoração dos 45 anos do CID/UnB
  • Dia 29 - participação no lançamento de novo soft da Via Ápia, no UniCeub

MARÇO -  2010

  • 2ª Reunião de organização do II SNDIJ;
  • Inauguração da 65ª biblioteca do Projeto Bibliotecas Casa do Saber – Biblioteca Monte Carmelo, Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Gama;
  • Palestra no CID/UnB;
  • Montagem da VI Exposição “Biblioteconomia Fazendo Arte”
  • Programação do Dia do Bibliotecário com a abertura na BNB da VI Exposição

“Biblioteconomia Fazendo Arte”

  • Programação do Dia do Bibliotecário na Biblioteca do Senado Federal:

-  lançamento do Catálogo de Obras Raras

-  lançamento do livro “Avaliação de usabilidade na internet”

-  abertura da Exposição “Biblioteca Escolar: tudo começa aqui”

  • Montagem das pastas do evento em comemoração ao Dia do Bibliotecário na Presidência da República
  • programação do Dia do Bibliotecário palestra do TSE : “Conservar para não restaurar”
  • Dia 12 - programação oficial do Dia do Bibliotecário na Presidência da República:

-   palestras no auditório da Casa Civil, com o tema: “Informação eletrônica,

competências e  O Futuro dos bibliotecários: tudo será diferente”

  • Dia 12 - encontro de confraternização encerrando a programação do Dia do Bibliotecário
  • Dia 15 - início dos cursos na ABDF
  • Dia 18 - I Seminário Brasil-Espanha sobre Bibliotecas Públicas na /Minc/FBN/BNB

JANEIRO/FEVEREIRO - 2010

  • A ABDF iniciou o ano de 2010 participando da 1ª reunião do CRB1, como membro nato, onde apresentou algumas sugestões para as comemorações do Dia do Bibliotecário.
  • Em janeiro realizou a 1ª reunião para a organização do II SNDIJ;  participou da 1ª reunião na Biblioteca da Presidência da República para planejamento e organização do Dia do Bibliotecário.
  • Em fevereiro a Presidente da ABDF, Iza Antunes Araujo e a bibliotecária Cristine Marcial, membro do Conselho Fiscal da Associação, estiveram em visita à Gerência de Bibliotecas Públicas do GDF.
  • Ainda em fevereiro participou da 2ª reunião para as comemorações do Dia do Bibliotecário.
<p><b>JULHO - 2010 </b></p>
<ul>
  <li>Dia 6 - Visita técnica à Escola Classe na Ceilândia, Sol Nascente, pela parceiria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.</li>
  <li>Dia 7 - Visita técnica à Estação de Rádio da Marinha, pela parceiria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.</li>
  <li>Dia 8 - Visita técnica à Escola Classe na Estrutural, pela parceiria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.</li>
  <li>Dia 12 - Visita técnica ao IHG/DF, pela parceiria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.</li>
  <li>Dia 19 - Presença na Reunião no CRB1.</li>
  <li>Dia 21 - Visita técnica à Escola classe na área rural, Capão Seco, pela parceria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.</li>
  <li>Dia 23 - Visita técnica ao Centro de Internação na Papuda, pela parceiria com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber.</li>
  <li>Dia 27 - Presença na palestra História da Documentação na Faculdade de Ciência da Informação/UnB.</li>
  <li>Dia 27 - Presença na palestra do Ciclo de Palestras da BNB: Etiqueta profissional, no auditório do Museu da República.</li>
  <li>Dia 30 - Presença na reunião de organização do II SNDIJ, no TJDF.</li>
  <li>Dia 30 - Reunião com a diretoria da ABDF. </li>
</ul>
01. Serviço dos cartórios de todo o Brasil, que permite solicitar
documentos via internet:
www.cartorio24horas.com.br/index.php

02. Site de procura e reserva de hotéis em todo o Brasil, por
cidade, por faixa de preços, reservas etc.:
www.hotelinsite.com.br

03. Site que permite encontrar o transporte terrestre entre duas
cidades, a transportadora, preços e horários:
https://appweb.antt.gov.br/transp/secao_duas_localidades.asp

04. Encontre a Legislação Federal e Estadual por assunto ou por
número, além de súmulas dos STF, STJ e TST:
www.soleis.adv.br

05. Tenha a telinha do aeroporto de sua cidade em sua casa,
chegadas e partidas:
http://www.infraero.gov.br/sivnet/index.php?lang=bra

06. Encontre a melhor operadora para utilizar em suas chamadas
telefônicas:
http://sistemas.anatel.gov.br/sipt/Atualizacao/Importante.asp

07 Encontre a melhor rota entre dois locais em uma mesma cidade ou
entre duas cidades, sua distância, além de localizar a rua de sua
cidade:
www.mapafacil.com.br

08 Encontre o mapa da rua das cidades, além de localizar cidades:
http://mapas.terra.com.br/Callejero/home.asp

09. Confira as condições das estradas do Brasil, além da distância
entre as cidades:
www.dnit.gov.br

10. Caso tenha seu veiculo furtado, antes mesmo de registrar
ocorrência na polícia, informe neste site o furto. O comunicado às viaturas da
DPRF é imediato:
http://www.dprf.gov.br/?link=alerta

11. Tenha o catálogo telefônico do Brasil inteiro em sua casa.
Procure o telefone daquele amigo que estudou contigo no colégio:
www.102web.com.br

12. Confira os melhores cruzeiros, datas, duração, preços,
roteiros, etc.:
www.bestpricecruisescom/default.asp

13. Vacina anti-câncer (pele e rins), desenvolvida por cientistas
médicos brasileiros, fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço
do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é
remetida para o médico oncologista do paciente. Hospital Sirio
Libanês - Grupo Genoma - Fone do Laboratório: 0800-7737327 (falar com Dra Ana
Carolina ou Dra Karyn, para maiores detalhes).
OBS: ESTA VACINA DEVE SER SOLICITA0F² DA PELO MÉDICO ONCOLOGISTA:
www.vacinacontraocancer.com.br/hybricell/home.html

14. Indexador de imagens do Google - captura tudo que é foto e
filme de dentro de seu computador e os agrupa, como você desejar:
www.picasa.com

15. Semelhante ao Internet Explorer, porém muito mais rápido e
eficiente, e lhe permite adicionar os botões que desejar, ou seja,
manipulado como você o desejar:
www.mozilla.org.br/firefox

16. Site de procura, semelhante ao GOOGLE:
www.gurunet.com

17. Site que lhe dá as horas em qualquer lugar do mundo:
www.timeticker.com/main.htm

18. Site que lhe permite fazer pesquisas dentro de livros:
www.a9.com

19. Site que lhe diz tudo do Brasil desde o descobrimento por abral:
www.historiadobrasil.com.br

20. Site que o ajuda a conjugar verbos em 102 Idiomas:
www.verbix.com

21. Site de conversão de Unidades:
www.webcalc.com.br/conversoes/area.html

22. Site para envio de e-mails pesados, acima de 50 Mb:
www.dropload.com

23. Site para envio de E-mails pesados, sem limite de capacidade:
www.sendthisfile.com

24. Site que calcula qualquer correção desde 1940 até hoje,
informando todos os índices disponiveis no mercado financeiro. Grátis para Pessoa Física:
www.debit.com.br

25. Site que lhe permite falar e ver pela internet com outros
computadores, ou LHE PERMITE FALAR DE SEU COMPUTADOR COM TELEFONES
FIXOS E CELULARES EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO GRÁTIS - De computador
para computador, voz + imagem. De computador para telefone fixo ou celular:
www.skype.com

26. Site que lhe permite ler jornais e revistas de todo o mundo:
www.indkx.com/index.htm

27. Site de procura de pessoas e empresas nos EUA. Só para achar a
pessoa ou a empresa com endereço e telefone - GRÁTIS. Se quiser
levantamento completo de tudo o que a pessoa tem como patrimônio,
tudo que teve de problema judicial e financeiro, e outras coisas
mais, aí pode custar até US$ 80,00 com valores intermediários:
www.usse0F² arch.com/consumer/index.jsp

28. Site de camaras virtuais, funcionando 24 hs por dia ao redor do
mundo:
www.earthcam.com
Alexandria Virtual - acervo variado, de literatura a humor: www.alexandriavirtual.com.br

Bartleby.com - importantes textos, como os 70 volumes da "Harvard Classics" e a obra completa de Shakespeare: www.bartleby.com

Bibliomania - 2.000 textos clássicos e guias de estudo em inglês: www.bibliomania.com

Biblioteca dei Classici Italiani - literatura italiana, dos "duecento" aos "novecento": www.fausernet.novara.it/fauser/biblio

Biblioteca Electrónica Cristiana - teologia e humanidades vistas por religiosos: www.multimedios.org

Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro - especializada em literatura em língua portuguesa: www.bibvirt.futuro.usp.br

Biblioteca Virtual - Literatura - pretende reunir grandes obras literárias: www.biblio.com.br

Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes - cultura hispano-americana: www.cervantesvirtual.com

Biblioteca Virtual Universal - textos infanto-juvenis, literários e técnicos: www.biblioteca.org.ar

Contos Completos de Machado de Assis - mais de 200 contos de Machado de Assis: www.uol.com.br/machadodeassis

Cultvox - serviço que oferece alguns e-livros gratuitamente e vende outros: www.cultvox.com.br

Dearreader.com - clube virtual que envia por e-mail trechos de livros: www.dearreader.com

eBooksbrasil - livros eletrônicos gratuitos em diversos formatos: www.ebooksbrasil.com

iGLer - acesso rápido a duas centenas de obras literárias em português: www.ig.com.br/paginas/novoigler/download.html

International Children's Digital Library - pretende oferecer e-livros infantis em cem línguas: www.icdlbooks.org

IntraText - textos completos em diversas línguas, entre elas o latim: www.intratext.com

Jornal da Poesia - importante acervo de poesia em língua portuguesa, com textos de mais de 3.000 autores: www.secrel.com.br/jpoesia

Net eBook Library - biblioteca virtual com parte do acervo restrito a assinantes do site: netlibrary.net

Nuovo Rinascimento - especializado em documentos do Renascimento italiano: www.nuovorinascimento.org/n-rinasc/homepage.htm

Online Literature Library - pequena coleção para ler diretamente no navegador: www.literature.org

Progetto Manuzio - textos em italiano para download, incluindo óperas: www.liberliber.it/biblioteca

Project Gutenberg - mantido por voluntários, importante site com obras integrais disponíveis gratuitamente: www.gutenberg.net

Proyecto Biblioteca Digital Argentina - obras consideradas representativas da literatura argentina: www.biblioteca.clarin.com

Romanzieri.com - livros eletrônicos em italiano compatíveis com o programa Microsoft Reader: www.romanzieri.com

Sololiteratura.com - textos sobre autores hispano-americanos: www.sololiteratura.com

Textos de Literatura Galega Medieval - pequena seleção de poesias e histórias medievais: www.usc.es/~ilgas/escolma.html

The Literature Network - poemas, contos e romances de aproximadamente 90 autores: www.online-literature.com

The Online Books Page - afirma ter mais de 20 mil livros on-line: digital.library.upenn.edu/books

The Online Medieval and Classical Library - obras literárias clássicas e medievais: sunsite.berkeley.edu/OMACL

Usina de Letras - divulga a produção de escritores independentes: www.usinadeletras.com.br

Virtual Book Store - literatura do Brasil e estrangeira, biografias e resumos: www.vbookstore.com.br

Virtual Books Online - e-livros gratuitos em português, inglês, francês, espanhol, alemão e italiano: virtualbooks.terra.com.br

Científicos

Banco de Teses - resumos de teses e dissertações apresentadas no Brasil desde 1987: www.capes.gov.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - textos integrais de parte das teses e dissertações apresentadas na USP: www.teses.usp.br

Biblioteca Virtual em Saúde - revistas científicas e dados de pesquisas sobre adolescência, ambiente e saúde : www.bireme.br

Digital Library of MIT Theses - algumas teses do Instituto de Tecnologia de Massachusetts; a mais antiga é de 1888: theses.mit.edu

Great Images in Nasa - imagens históricas da agência espacial americana: grin.hq.nasa.gov

ProQuest Digital Dissertations - sistema para pesquisar resumos de teses e de dissertações: wwwlib.umi.com/dissertations

Public Health Image Library - fotos, ilustrações e animações voltadas para o esclarecimento de questões de saúde pública: phil.cdc.gov

PubMed - referências a 14 milhões de artigos biomédicos: www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi

SciELO - biblioteca eletrônica com periódicos científicos brasileiros: www.scielo.br

ScienceDirect - mais de 1.800 revistas, de "ACC Current Journal Review" a "Zoological Journal": www.sciencedirect.com

Universia Brasil - busca teses nas universidades públicas paulistas e na PUC-PR: www.universiabrasil.net/busca_teses.jsp

Associações

American Library Association - sobre o sistema de bibliotecas dos EUA: www.ala.org

Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - publicações indicadas e agenda de eventos da área: www.apbad.pt

Association des Bibliothécaires Français - dossiês sobre o sistema francês de bibliotecas e temas correlatos: www.abf.asso.fr

Conselho Federal de Biblioteconomia - atualidades e links de interesse da área: www.cfb.org.br

Conselho Regional de Biblioteconomia de São Paulo - legislação e eventos da biblioteconomia: www.crb8.org.br

Council on Library and Information Resources - organização que se preocupa com a preservação de informações: www.clir.org

European Bureau of Library, Information and Documentation Associations - entidade européia dedicada à promoção da ciência da informação: www.eblida.org

International Federation of Library Associations and Institutions - associação com membros em mais de 150 países: www.ifla.org

Sociedad Española de Documentación e Información Científica - oportunidades, como cursos virtuais: www.sedic.es


"Acervo deixa de ser indevassável"

O diretor-geral da biblioteca Mário de Andrade, José Castilho Marques Neto, 50, se diz apaixonado por livros de papel, mas não nega a importância da informática e da internet para as bibliotecas. "Com a pesquisa precisa e as obras digitalizadas, o acervo da biblioteca deixa de ser indevassável", diz.

Castilho indica cinco sites que considera fundamentais para a pesquisa e para a leitura em geral. "Escolhi sites que são referência na cidade de São Paulo, no Brasil e no mundo. Busquei também aqueles que possibilitam uma busca on-line, ao menos parcial, do catálogo." Abaixo, as dicas de Castilho.

Biblioteca do Congresso americano - considerada a maior e uma das melhores bibliotecas do mundo, é referência internacional, com conteúdos trabalhados e relacionados: www.loc.gov

Biblioteca Nacional (Brasil) - o site é referência para todas as bibliotecas do país, com farta documentação e imagens digitalizadas, além de informações e serviços: www.bn.br

Bibliotecas da cidade de São Paulo - a cidade tem a maior rede de bibliotecas públicas do país, e uma visita ao site é imprescindível para conhecer suas coleções e serviços, com destaque para as obras e imagens digitalizadas da Biblioteca Mário de Andrade: www4.prefeitura.sp.gov.br/biblioteca/PaginaInicial.asp

Bibliotecas virtuais do sistema MCT/CNPq/Ibict - grande referência na área de bibliotecas virtuais, é o site mais importante no Brasil de informação e comunicação sobre ciência e tecnologia: www.prossiga.br

Bibliotecas das universidades públicas paulistas - o consórcio Cruesp/Bibliotecas interliga Unesp, Unicamp e USP, e o internauta pode consultar as mais importantes bibliotecas universitárias do país, referências para diferentes campos da pesquisa: bibliotecas-cruesp.usp.br
Biblioteca Apostólica Vaticana - biblioteca que possui um arquivo secreto: bav.vatican.va

Biblioteca Central - localize os livros das bibliotecas da UFRGS: www.biblioteca.ufrgs.br

Biblioteca del Congreso - item Expo Virtual mostra alguns tesouros dessa biblioteca argentina: www.bcnbib.gov.ar

Biblioteca Digital Andina - Bolívia, Colômbia, Equador e Peru estão representados: www.comunidadandina.org/bda

Biblioteca Digital de Obras Raras - livros completos digitalizados, como um de Lavoisier editado no século 19: www.obrasraras.usp.br

Biblioteca do Hospital do Câncer - índice desse acervo especializado em oncologia: www.hcanc.org.br/outrasinfs/biblio/biblio1.html

Biblioteca do Senado Federal - sistema de busca nos 150 mil títulos da biblioteca: www.senado.gov.br/biblioteca

Biblioteca Mário de Andrade - acervo, eventos e história da principal biblioteca de São Paulo: www.prefeitura.sp.gov.br/mariodeandrade

Biblioteca Nacional de Portugal - apresenta páginas especiais com reproduções relacionadas a Eça de Queirós e a Giuseppe Verdi, entre outros: www.bn.pt

Biblioteca Nacional de España - entre as exposições virtuais, uma interessante coleção cartográfica do século 16 ao 19: www.bne.es

Biblioteca Nacional de la República Argentina - biblioteca, mapoteca e fototeca: www.bibnal.edu.ar

Biblioteca Nacional de Maestros - biblioteca argentina voltada para a comunidade educativa: www.bnm.me.gov.ar

Biblioteca Nacional del Perú - alguns livros eletrônicos, mapas e imagens: www.binape.gob.pe

Biblioteca Nazionale Centrale di Roma - expõe detalhes de obras antigas de seu catálogo: www.bncrm.librari.beniculturali.it

Biblioteca Româneasca - textos em romeno e dados sobre autores do país: biblioteca.euroweb.ro

Biblioteca Virtual Galega - textos em língua galega, parecida com o português: bvg.udc.es

Bibliotheca Alexandrina - conheça a instituição criada à sombra da famosa biblioteca, que sumiu há mais de 1.600 anos: www.bibalex.org/website

California Digital Library - imagens e e-livros oferecidos pela Universidade da Califórnia: californiadigitallibrary.org

Celtic Digital Library - história e literatura celtas: celtdigital.org

Círculo Psicanalítico de Minas Gerais - acervo especializado em psicanálise: www.cpmg.org.br/n_biblioteca.asp

Cornell Library Digital Collections - compilações variadas, sobre agricultura e matemática, por exemplo: moa.cit.cornell.edu

Corpus of Electronic Texts - história, literatura e política irlandesas: www.ucc.ie/celt

Crime Library - histórias reais de criminosos, espiões e terroristas: www.crimelibrary.com

Educar Biblioteca Digital - em espanhol, apresenta livros e revistas de "todas as disciplinas": www.educ.ar/educar/superior/biblioteca_digital

Gallica - Bibliothèque Numérique - volumes da Biblioteca Nacional da França digitalizados: gallica.bnf.fr

Human Rights Library - mais de 14 mil documentos relacionados aos direitos humanos: www1.umn.edu/humanrts

IDRC Library - textos e imagens desse centro de estudos do desenvolvimento internacional: www.idrc.ca/library

Internet Ancient History Sourcebook - página dedicada à difusão de documentos da Antiguidade: www.fordham.edu/halsall/ancient/asbook.html

Internet Archive - guarda páginas da internet em seus diversos estágios de evolução: www.archive.org

Internet Public Library - indica páginas em que se podem ler documentos sobre áreas específicas do conhecimento: www.ipl.org

John F. Kennedy Library - sobre o presidente americano John F. Kennedy, morto em 1963: www.cs.umb.edu/jfklibrary

LibDex - índice para localizar mais de 18 mil bibliotecas do mundo todo e seus sites: www.libdex.com

Lib-web-cats - enumera bibliotecas de mais de 60 países, mas o foco são os EUA e o Canadá: www.librarytechnology.org/libwebcats

Libweb - outro site de busca de instituições, com 6.600 links de 115 países: sunsite.berkeley.edu/Libweb

Mosteiro São Geraldo - livros e periódicos sobre história e literatura húngara, filosofia, teologia e religião: www.msg.org.br

National Library of Australia - divulga periódicos australianos da década de 1840: www.nla.gov.au

Oxford Digital Library - centraliza acesso a projetos digitais das bibliotecas da Universidade de Oxford: www.odl.ox.ac.uk

Perseus Digital Library - dedicado a estudos sobre os gregos e romanos antigos: www.perseus.tufts.edu

Servei de Biblioteques - bibliotecas da Universidade Autônoma de Barcelona: www.bib.uab.es

The Aerial Reconnaissance Archives - recém-lançado, site promete divulgar 5 milhões de fotos aéreas da Segunda Guerra Mundial: www.evidenceincamera.co.uk

The British Library - além de busca no catálogo, tem coleções virtuais separadas por região geográfica: www.bl.uk

The Digital Library - diversas coleções temáticas, como a de escritoras negras americanas do século 19: digital.nypl.org

The Digital South Asia Library - periódicos, fotos e estatísticas que contam a história do Sul da Ásia: dsal.uchicago.edu

The Huntington - grande quantidade de obras raras em arte e botânica: www.huntington.org

The Math Forum - textos que se propõem a auxiliar no ensino da matemática: mathforum.org/library

The New Zealand Digital Library - destaque para os arquivos sobre questões humanitárias: www.sadl.uleth.ca/nz/cgi-bin/library

Treasures of Keyo University - um dos destaques é a reprodução da Bíblia de Gutenberg: www.humi.keio.ac.jp/treasures

Unesco Libraries Portal - informações sobre bibliotecas e projetos voltados para a preservação da memória: www.unesco.org/webworld/portal_bib

UOL Biblioteca - dicionários, guias de turismo e especiais noticiosos: www.uol.com.br/bibliot

UT Library Online - possui uma ampla coleção de mapas: www.lib.utexas.edu
Página 53 de 57