ABDF assinou 10/01/19 o Termo de Adesão à Cariniana - Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital.
Em reunião ontem com o Coordenador da Rede, Sr.Miguel Ángel Márdero Arellano aderimos à rede e conversamos sobre parcerias para o ano de 2019 sempre acreditando que #juntosomosmaisfortes e apoiando as boas iniciativas do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT
Uma curiosidade: vocês sabiam que o nome Cariniana remete ao nome científico de árvores de madeira de construção do Brasil como o Jequitibá Rosa? Tudo a ver com a Rede, não é? #abdf #2019#ibict #cariniana #biblioteconomia #bibliotecas
 — em Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT.

CORDÉLIA ROBALINHO DE OLIVEIRA CAVALCANTI (1920-2017)

A professora Cordélia Robalinho de Oliveira Cavalcanti nasceu em Palmares, Pernambuco, no dia 11 de janeiro de 1920, e faleceu no Recife, no dia 5 de abril de 2017. Em 1948 ingressou no curso de biblioteconomia organizado por José Césio Regueira Costa, na Diretoria de Documentação e Cultura da Prefeitura Municipal do Recife, e dirigido por Edson Nery da Fonseca. Esse curso foi absorvido, em 1950 pela Universidade do Recife, posteriormente Universidade Federal de Pernambuco. Formou-se em 1949.
Sua carreira profissional foi marcada por expressivas realizações: na biblioteca da Faculdade de Direito da Universidade do Recife, de cuja reforma participou; na Universidade Federal de Pernambuco, onde organizou e chefiou o Serviço Central de Bibliotecas; na Universidade de Brasília e na Câmara dos Deputados. Mudou-se para Brasília em 1963, para trabalhar na Biblioteca Central da Universidade de Brasília. Na UnB ajudou a fundar o curso de Biblioteconomia, em que lecionou até se aposentar. 
Em 1964, assumiu, por concurso público, o cargo de bibliotecária da Câmara dos Deputados onde chegou a exercer a função de diretora da Biblioteca e posteriormente de diretora do Centro de Documentação e Informação, cargo em que se aposentou.
Incentivou a criação da Comissão de Publicações Oficiais Brasileiras (CPOB) que funcionou de 1975 a 1991. Em 1975 colaborou com a implantação do Departamento de Documentação do Centro Nacional de Referência Cultural.
Na área de ensino, participou, em 1950, do grupo fundador do curso de biblioteconomia da Universidade do Recife, na companhia de Edson Nery da Fonseca, Milton Mello, Myriam Gusmão Martins, Orlando da Costa Ferreira e Costa Porto. Participou da comissão criada pelo Ministério da Educação e Cultura para a realização de estudos relativos ao currículo mínimo de biblioteconomia. Especialista em catalogação e indexação, cedo se interessou pelas questões ligadas à automação de bibliotecas, tanto na docência quanto na sua aplicação na Biblioteca da Câmara dos Deputados. Foi a pioneira na introdução na Universidade de Brasília, em 1966, da disciplina Mecanização e Automação de Bibliotecas. Dedicou-se à docência por cerca de 50 anos.
Colaborou na organização do 1º Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, realizado no Recife, em 1954. Teve intensa participação na Comissão de Documentação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), na Comissão Nacional do Catálogo Coletivo, e na de Classificação Decimal Universal, do antigo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD). Fez parte atuante do movimento associativo e também foi membro da primeira diretoria do Conselho Federal de Biblioteconomia (1966-1969) e da Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal (ABDF).
Deixou um importante legado de trabalhos publicados, com destaque para seu manual Catalogação simplificada, de 1970, e outros dois sobre indexação e tesauros (1977, 1978). Aberta aos novos tempos e às mudanças, produziu, em 1996, um percuciente estudo de revisão bibliográfica sobre a evolução e os avanços da biblioteconomia até a ciência da informação: Da Alexandria do Egito à Alexandria do espaço. A partir de 1980, dedicou-se, junto com Murilo Bastos da Cunha, ao ambicioso trabalho de pesquisa para a redação de um dicionário de biblioteconomia. Em 1995, voltou ao Recife por causa de problemas de saúde e coube ao seu diligente colaborador terminar a obra que acabou sendo publicada em 2008 com o título de Dicionário de biblioteconomia e arquivologia.
Sua trajetória de vida foi marcada pelo estrito respeito à vocação e aos princípios que devem nortear o trabalho do servidor público.

Fonte:  https://bit.ly/2Ej60PS

 

O Dia da Justiça, comemorado em 8 de dezembro, é uma homenagem a todos os profissionais que atuam para o cumprimento da Justiça no País. A data foi criada pelo Decreto-Lei nº 8.292, de 5 de dezembro de 1945, mas comemorada pela primeira vez em 1950.

Neste dia, o Grupo de Informação e Documentação Jurídicas do Distrito Federal (GIDJ-DF) inicia sua participação nas redes sociais, Facebook e Instagram. O Grupo, instituído pela Associação dos Bibliotecários e Profissionais da Ciência da Informação do Distrito Federal, em 12 de março de 2018, assume seu papel de líder institucional nas áreas de Informação e Documentação Jurídicas do DF.

As ações do GIDJ-DF procuram fortalecer as bibliotecas jurídicas, especialmente do DF, por meio do aprimoramento e criação de serviços de informação, que poderão colaborar com o trabalho desenvolvido pelos profissionais responsáveis em fazer cumprir a Justiça no Brasil.

No primeiro ano de atuação do GIDJ-DF, foram desenvolvidas as ações de criação da logomarca; elaboração do plano de marketing; e criação da página do Grupo no Facebook e no Instagram. Além disso, estão em andamento as seguintes atividades:

  • Criação do site do Grupo;
  • Estudo e definição do perfil e da formação necessária para o bibliotecário jurídico;
  • Definição de requisitos mínimos para as bases de dados jurídicas;
  • Criação do banco de talentos: mapeamento de competências e habilidades dos membros do Grupo.

Não deixe de curtir as páginas do Grupo no:

facegidj  instagidj

Participe do GIDJ-DF! Acesse o link e faça sua inscrição.

            

 

Sexta, 30 Novembro 2018 15:37

Bibliofest 2018

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E lá vem textão de novo! Para fechar o mês violeta, vamos contar um pouco da história de um grande personagem da biblio, professor, bibliotecário, pai de rockeiros da banda Capital Inicial, tradutor, livreiro e editor de livros que tem a editora com o seu nome... E com certeza estamos falando de 

Antônio Agenor Briquet de Lemos

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Nascido em Teresina-PI, em 15 de novembro de 1937, o professor Briquet veio para Brasília em 1968, onde iniciou seu trabalho na UnB, mas antes de conhecermos sua trajetória profissional, vamos descobrir como foi que ele chegou até a Biblioteconomia...
O pai de Briquet foi jornalista e tinha uma tipografia na cidade de Teresina, então o professor já nasceu rodeado de informação, ele conta que “antes de ir para escola já sabia montar uma chapa, compor com tipos na tipografia do meu pai” e que quando tinha em torno de 9 a 10 anos criou uma tipografia para ele brincar e fazia literatura de cordel. Mudou-se para o Rio de Janeiro aos 12 anos, e em 1953, aos 15 anos, teve o seu primeiro contato com uma biblioteca, ele foi trabalhar de office boy na biblioteca do Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro. Trabalhou durante 8 anos lá e a bibliotecária do hospital o sugeriu que fizesse o vestibular de biblio na Biblioteca Nacional-BN mesmo sem ter terminado o 2º grau, pois naquele tempo a BN permitia que fizesse o vestibular, desde que a pessoa já trabalhasse em biblioteca, o que era o caso do professor Briquet, assim ele passou no vestibular e começa sua trajetória na Biblioteconomia... 
Em 1957 recebeu os dois diplomas: bacharel em Biblioteconomia e do 2º grau. Mesmo formado o professor tentou outras profissões, pois não havia concurso para bibliotecário e não tinha certeza se queria seguir nessa profissão, assim pensou em ser diplomata, mas foi reprovado na prova do Instituto Rio Branco, então tentou o vestibular para Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia e Centros de Letras do Estado do Rio de Janeiro, atual UERJ, ele passou e fez 2 anos do curso, porém desistiu e passou no processo seletivo para bibliotecário no Centro Pan-americano de Febre Aftosa em 1961. Assim seu primeiro trabalho após o diploma foi nessa biblioteca especializada atuando como bibliotecário e editor ajudando nas publicações do Centro de Febre Aftosa. 
Durante o seu curso na BN Briquet conheceu sua esposa Lúcia que também fazia o curso, os dois se casaram em 1960, e o professor conta que esse seu primeiro trabalho como bibliotecário veio no momento certo, pois o salário era muito bom. Os dois tiveram 3 filhos, dois meninos e uma menina. Os meninos fazem parte da banda Capital Inicial, Felipe Lemos (baterista), e Flávio Lemos (baixista). O professor morou no RJ até os 30 anos. 
Mudou-se para Brasília em 1968 a convite de Edson Nery da Fonseca para atuar como professor na UnB, onde ministrou a matéria de Introdução à Biblioteconomia. O professor conta que “por duas vezes a Universidade de Brasília concedeu-me licença para trabalhar em outros órgãos, primeiro, no Ministério da Saúde, com a finalidade de organizar seu Centro de Documentação. Depois, no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), para ser seu diretor.” Em 1976 foi para Londres fazer seu mestrado. 
Em 1989 o professor recebe o convite para ser diretor da Editora da UnB e lá permanece até sua aposentadoria em 1993. Além de bibliotecário e professor, Briquet também foi jornalista do Jornal do Brasil por um curto período. 
Assim que se aposentou o professor e sua esposa fundaram a editora Briquet de Lemos que posteriormente se transformou também em livraria. Em 2017 a editora Briquet de Lemos completa 24 anos.
A editora se especializou em biblioteconomia, ciência da informação e arquivologia, traduzindo e publicando importantes obras para nossa área. Briquet diz que "como professor, tinha sofrido na pele a carência enorme de bibliografia em português na área a que dediquei a minha vida. Então, decidi que faria meu caminho por aí." E fez muito bem! Pois traduziu excelentes obras para nosso idioma contribuindo com o acesso ao conteúdo aos estudantes e profissionais. 
A livraria se especializou no segmento das artes, e posteriormente em arquitetura, fotografia, design, gastronomia e culinária. Ele conta que a livraria teve repercussão após a participação em um estande na feira do livro de Brasília no ano de 1995. E por falar em Feira do livro, você sabia que a ideia de fazer a feira na área externa do Pátio Brasil foi do professor Briquet?! Pois é, ele pensou que lá seria um local de fácil acesso ao público, assim os organizadores concordaram com a ideia. 
E por falar em livros... o professor conta que suas primeiras lembranças de leitura são de um livro infantil que contava a história do touro Ferdinando, do autor norte-americano Munro Leaf; conta que adora literatura policial, e que faz leitura de autores como o russo Dostoiévski, os franceses Balzac e Stendhal, mas aquele que sempre tem retorno garantido a sua mesa de cabeceira é Machado de Assis.
Briquet participou da fundação da Associação Brasileira de Profissionais da Informação- ABRAINFO no ano de 2012 ocupando a função de Presidente do Conselho Deliberativo, e desde 2013 exerce a função de membro do conselho deliberativo. 
Finalizamos com a fala de Moreno Barros no Bibliocamp 2015 em que diz: 
“Antônio Agenor Briquet de Lemos tem umas das carreiras mais bonitas e completas da biblioteconomia brasileira. O homem certo, no lugar certo, já fez de tudo nessa vida: bibliotecário, professor, diretor, presidente, fundador, editor, livreiro, pai de rockeiro.”
Briquet já concedeu diversas entrevistas que demonstram sua larga experiência, simplicidade e pensamentos críticos que nos fazem refletir sobre vários aspectos da Biblio, seguem alguns dos links para quem tiver curiosidade... 

http://biblioo.cartacapital.com.br/briquet-de-lemos-2/ 

https://www.bu.ufmg.br/bu/index.php/noticiais/1044-entrevista-colaborativa-com-antonio-agenor-briquet-de-lemos-19112014 

http://blog.crb6.org.br/artigos-materias-e-entrevistas/briquet-de-lemos-da-entrevista-ao-blog-cacadores-de-bibliotecas/ 

http://signodalua.blogspot.com.br/2011/02/reportagem-com-birquet-lemos.html 

https://bsf.org.br/2015/07/26/briquet-de-lemos-em-em-sua-felicidade-clandestina/ 

https://projetolupa.com/feed/briquet-de-lemos-

Briquet de Lemos é um dos Sócios-Remidos daAbdf Bsb

Hoje vamos falar um pouquinho de uma das maiores autoridades em CDU! Já sabe quem é né?!?

Sebastião de Souza

“Classificar é umato de amor à cultura e à humanidade, pois uma boa classificação permite melhor recuperação dos documentos e isso representa melhores serviços prestados aos usuários, meta final de toda profissão social.”

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Mineiro da cidade de Gonçalves, este professor é querido por todos os alunos que tiveram o privilégio de assistirem suas aulas, Sebastiãozinho como era chamado por muitos, é expert em CDU e consegue transmitir o seu conhecimento tão didaticamente que a CDU nos parece fácil diante de sua explicação!
Sebastião se formou em Biblioteconomia pela UnB no ano de 1972, é mestre em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Universidade Federal da Paraíba (1987), licenciado em Letras Neolatinas e graduado em Filosofia e Pedagogia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena em São Paulo (1960).
Em sua trajetória profissional o professor já foi consultor internacional da CDU pelo Consórcio da Classificação Decimal Universal (CDU), atuou 12 anos na BCE, principalmente no setor de referência, foi diretor da Biblioteca da SUDECO-Brasília de 1973-1979, foi diretor da Biblioteca do Campus II da Universidade Federal da Paraíba, em Campina Grande. Nesta mesma universidade foi professor do Departamento de Biblioteconomia e Documentação. Trabalhou no IBICT por 5 anos com a CDU, e foi professor da FCI-UnB até se aposentar. O professor ainda ministra cursos da CDU em BSB e em outras capitais do Brasil. 
Sebastião possui diversos artigos, resumos, recensões e trabalhos publicados, e também o livro “Discografia da Literatura Brasileira”, e aquele que todo aluno da FCI conhece muito bem! “CDU: guia para utilização da Edição-Padrão Internacional em Língua Portuguesa”.
Em 2004 foi o escolhido para ser homenageado pelo CRB-1 com a medalha Rubens Borba de Moraes. 
E viva o “magrinho de óculos”!! PS.: quem assistir o relato abaixo vai entender... 
Confira o relato do professor Sebastião sobre a sua história na BCE: https://www.youtube.com/watch?v=BXNDOMdVJ5Y

FONTE:https://www.facebook.com/BiblioDF/photos/a.277317569331883/378630965867209/?type=3&theater

Nosso primeiro homenageado da série 
Sócios Remidos da ABDF

Aníbal Rodrigues Coelho 

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 Hoje tem textão, afinal tem muita história pra contar... o menino que queria ser padre e se tornou professor, bibliotecário, associativista, voluntariado, líder comunitário rural...

“Fiz-me salesiano e dediquei a vida inteira a lidar com crianças e jovens, sobretudo, pobres e abandonados, seguindo o espírito e os ensinamentos de Dom Bosco, o maior pedagogo e santo do século XIX e XX.”

Atualmente com 86 anos esse mineiro do município de Virginópolis foi um dos pioneiros da Biblioteconomia no DF, então vamos conhecer um pouco da instigante história de vida.Ao fim do grupo escolar os pais de Aníbal o doaram para os Salesianos de São João Del Rei e lá ele concluiu seus estudos básicos e superior em Filosofia e Pedagogia. Após sua formação atuou como professor em várias escolas salesianas nos estados do Brasil. No ano de 1950 entrou no curso de Teologia com a intenção de se tornar padre, mas no último ano abandonou o curso e como diz ele se tornou “irmão leigo e professor”. 

Em 1960 veio para Brasília trabalhar no colégio Dom Bosco e também atuou na UnB como secretário bilíngue, na Universidade ele conheceu a Biblioteconomia ...
Era o vestibular da primeira turma de Biblioteconomia e seu amigo padre José Vieira de Vasconcelos o aconselhou a fazer a prova de biblio e também o vestibular de direito. O professor Aníbal passou nos dois, e por influência do padre Vasconcelos optou pela nossa Biblioteconomia!
O professor era o único homem da turma e conta que ficou conhecido como “o bendito fruto entre as mulheres” e também “o maridinho delas”. 
Sabe quem mais estava nessa turma? A professora Maria Alice que foi contemplada no nosso post anterior do Quem é Quem: Bibliotecários do DF, e por sinal muitas informações dessa biografia do Aníbal foram retiradas do livro da professora que conta a história da primeira turma de biblio da UnB...
Após a conclusão do curso, Aníbal fez o concurso da Câmara dos Deputados e do Senado, passou nos dois e optou pela Câmara onde permaneceu até a sua aposentadoria na década de 90.
Outro querido nosso que também faz parte dessa história de Aníbal é o professor Murilo Bastos, eles se conheceram no colégio Dom Bosco, onde Murilo tomava conta da biblioteca sob a supervisão do padre Vasconcelos, assim Aníbal e o padre o influenciaram a fazer o curso de Biblioteconomia. Os dois no curso de biblio resolverem se inscrever na ABDF que havia sido fundada recentemente (1962) e assim começa a trajetória inspiradora de Aníbal Rodrigues em movimentos associativos e comunitários ... 
Durante sua atuação na ABDF (1971-1975) levou o nome e as atividades da ABDF por todo o Brasil conseguindo associados do norte ao sul do país; criou o Boletim Informativo, o folheto Rapidíssimas e a Editora ABDF que teve a sua primeira publicação de autoria do professor Emir Suaiden. Na gestão de Aníbal a ABDF iniciou a publicação da Revista de Biblioteconomia de Brasília que ficou mundialmente conhecida; iniciou a Feira do Livro de Brasília, e realizou o V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (1975) que lhe rendeu a proclamação de Bibliotecário do ano de 1975, uma forma de reconhecimento da classe pelo evento realizado. O professor conta que com a renda obtida no congresso foi possível comprar a sede da ABDF, outras salas e ainda um terreno no Núcleo Rural Casa Grande, local em que foi feito o Clube Campestre dos Bibliotecários. 
De 1975 a 1986 fez parte do time da FEBAB como observador legislativo e conselheiro suplente.
Em 1975 deixou a presidência da ABDF para se envolver plenamente com o Movimento Casa Grande e o trabalho social. Conta que o movimento se tornou referência nacional, pois a partir dele a comunidade saiu da pobreza absoluta e analfabetismo, conseguiu realizar mutirões e parcerias que construíram escola, biblioteca, centro comunitário, unidade básica de saúde, instalação de energia elétrica, telefone, Centro Integrado de Tecnologia de Informação, asfalto e ainda praticamente erradicar o desemprego que havia em 1979. Ele se orgulha ao dizer que tudo o que existe no Núcleo Rural Casa Grande foi construído pelo esforço da própria comunidade. Também construíram a capela mais disputada pelas noivas brasilienses, Capela São de Assis.
Aníbal deixou a presidência do Movimento em 2010, mas mantendo-se vice-presidente, e dedicando-se ao projeto social “Domingos de lazer e diversões sadias” promovido para crianças e adolescentes com o intuito de combate às drogas. 
Por sua atuação social no Movimento Casa Grande e por sua atuação na ABDF o professor recebeu diversas homenagens como:
A da querida Iza Antunes pela ABDF disponível em: http://www.abdf.org.br/…/421-discurso-de-homenagem-a-anibal… 
Da Câmara Legislativa do DF em 2015 com moções de louvor pela relevante contribuição no âmbito educacional, devido a sua contribuição na implantação de muitas bibliotecas e espaços de leitura do DF. 
A Câmara Legislativa lhe homenageou em maio de 2017 no Dia Nacional do Líder Comunitário, pois o professor Aníbal é o mais antigo Líder Comunitário Rural do DF!!!
Nessa ocasião ele falou um pouco sobre a sua atuação na comunidade rural e sobre a inauguração do 1º Colégio Modelo Rural Integral do Brasil e do DF que será inaugurado em 21/04/2018. Não deixe de assistir: http://www2.camara.leg.br/atividade-legisla…/…/videoArquivo…

O professor diz que foi fiel aos “ensinamentos e pedagogia de Dom Bosco e aos objetivos da profissão que, de coração e alma, abraçamos: PROFESSOR BIBLIOTECÁRIO. ”

FONTE: https://www.facebook.com/BiblioDF/photos/a.277317569331883/382577112139261/?type=3

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